- Rodrigo Fabri, nascido em 15 de janeiro de 1976 em Santo André, despontou na Portuguesa, tornando-se destaque nacional antes de atuar na Europa.
- Em 1996 foi artilheiro da Portuguesa no Brasileirão com 11 gols, integrou a seleção do campeonato e ganhou a Bola de Prata.
- Em 1998 foi contratado pelo Real Madrid, mas passou por empréstimos a Flamengo, Valladolid, Santos, entre outros, sem consolidar no clube branco.
- Em 2001 chegou ao Grêmio, tornou-se artilheiro do Brasileirão de 2002 com 19 gols e ajudou o clube a chegar à Libertadores, recebendo a Bola de Prata de goleiro (goleador) da temporada.
- A carreira passou por Atlético de Madrid, Atlético Mineiro, São Paulo e outras equipes; encerrou em 2009 no Santo André e hoje atua no agronegócio e na construção civil, mantendo o futebol como lazer e jogando futevôlei pela Portuguesa.
Rodrigo Fabri, conhecido como o camisa 10 que viveu altos e baixos no futebol, teve início promissor na Portuguesa. Nascido em Santo André, SP, em 15 de janeiro de 1976, foi revelado aos olhos de todo o país na década de 1990, destacando-se pela habilidade e velocidade.
A trajetória começou a ganhar projeção em 1994, com a chegada de Candinho, e consolidou-se em 1996, no Campeonato Brasileiro. Em 1997 já era referência, disputando a Copa das Confederações pela seleção brasileira e recebendo a Bola de Prata. No ano seguinte, a transferência antecipada para o Real Madrid começava a desenhar seu destino internacional.
O salto para a Europa e as primeiras turbulências
Em 1998, Fabri foi contratado pelo Real Madrid, em uma operação que incluía opções de compra. A transferência lhe abriu portas, mas não rendeu jogos oficiais pelo clube. Em vez disso, foi emprestado ao Flamengo, com passagens subsequentes por Santos, Valladolid e Sporting, em meio a desafios de adaptação e espaço competitivo.
Em meio aos empréstimos, o meio-campista manteve momento de destaque na Espanha, sendo reconhecido como revelação da La Liga durante a passagem pelo Valladolid. A temporada seguinte levou-o ao Sporting, em Portugal, antes de retornar à Espanha para nova investida pelo Real Madrid, que acabou não se concretizando.
Reviravoltas no Grêmio e reconhecimento nacional
Ao chegar ao Grêmio, em 2001, Fabri passou a usar o sobrenome para evitar duplicidade com um companheiro. Lesões e condicionamento atrapalharam o início, mas o atacante reagiu com boa atuação no Brasileirão de 2002, marcando gols decisivos contra Corinthians, Vitória e Paysandu. Ao fim da competição, dividiu a artilharia com Luís Fabiano, com 19 gols, e ajudou o time a conquistar vaga para a Libertadores e receber a Bola de Prata.
Rumo ao fim da carreira e vida após o futebol
Após passagem pelo Atlético de Madrid e clubes brasileiros como Atlético Mineiro, São Paulo e Figueirense, Fabri encerrou a carreira em Santo André, em 2009. Atualiza-se apenas como prática esportiva e atua nos setores do agronegócio e construção civil, mantendo o futevôlei pela Portuguesa como hobby.
Resumo da carreira (clique para ver dados):
- Portuguesa: 1994–1997, 90 jogos, 41 gols
- Flamengo (empréstimo): 1998–1999, 35 jogos, 6 gols
- Santos (empréstimo): 1999, 20 jogos, 1 gol
- Valladolid (empréstimo): 1999–2000, 31 jogos, 8 gols
- Sporting (empréstimo): 2000–2001, 30 jogos, 4 gols
- Grêmio (empréstimo): 2001–2003, 90 jogos, 29 gols
- Atlético de Madrid (empréstimo): 2003–2004, 19 jogos, 0 gols
- Atlético Mineiro (empréstimo): 2004–2005, 67 jogos, 16 gols
- São Paulo: 2006, 10 jogos, 0 gols
- Paulista (empréstimo): 2007–2008, 29 jogos, 6 gols
- Figueirense (empréstimo): 2008, 23 jogos, 4 gols
- Santo André: 2009, 16 jogos, 1 gol
- Seleção Brasileira: 5 jogos, 1 gol
Total: 465 jogos e 117 gols.
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