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Morenão pode ficar abandonado após quatro anos de uso pela Seleção

Governo assume Morenão; gramado encoberto por mato e estrutura precária, com plano de intervenções em até 60 dias e concessão possível em até 35 anos

Imagens de drone do Morenão em março de 2026
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  • O Morenão, maior estádio de Mato Grosso do Sul em Campo Grande, está abandonado há quatro anos, com campo tomado por mato e banheiros precários.
  • O governo do estado assumiu a gestão por meio de termo de cessão com a UFMS, até julho de dois mil e vinte e nove, sem transferir a propriedade.
  • O acordo prevê que o estado investirá em melhorias e manutenção, com elaboração de um plano de intervenções em até sessenta dias e possibilidade de exploração comercial.
  • Estão previstas recuperação do gramado, sistema de irrigação moderno, melhorias na pista de atletismo e ajustes nas áreas de bancos de reservas, arbitragem e Polícia Militar.
  • A partir de dois mil e vinte e oito, o estado pode estudar uma concessão do complexo à iniciativa privada, com prazo de até trinta e cinco anos, caso haja viabilidade.

O Estádio Morenão, localizado no campus da UFMS, passa por uma nova fase após a cessão de uso ao governo de Mato Grosso do Sul, iniciada por meio de termo entre o Estado e a universidade. O espaço, que já recebeu a seleção brasileira e jogos da Série A, está fechado há quatro anos e apresenta o gramado tomado por mato.

O governo assume a gestão com a expectativa de reabrir o Morenão e realizar intervenções. O presidente da FFMS destacou a possibilidade de instalar um novo gramado com sistema de irrigação moderno, além de melhorias na pista de atletismo e na estrutura dos bancos de reservas, incluindo áreas para arbitragem e Polícia Militar.

O acordo prevê uso imediato do estádio pelo governo, com custeio de água, energia, segurança e conservação, e a elaboração de um plano de intervenções em até 60 dias. Há também a possibilidade de exploração comercial, incluindo publicidade e naming rights, conforme o documento publicado no Diário Oficial.

O termo de cessão estabelece que o espaço será mantido até julho de 2029, sem transferência de propriedade. O Estado terá de investir nas adequações necessárias para o funcionamento. Além disso, até 2028 serão realizados estudos de viabilidade para eventual concessão à iniciativa privada, com prazo que pode chegar a 35 anos.

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