- Mirassol perdeu para o Bahia por 2 a 1 no Maião, no sábado, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro.
- O gol decisivo, de Sanabria, ocorreu após contestação sobre uma possível carga do lateral Gilberto em Negueba; árbitro Paulo César Zanovelli e o VAR Wagner Reway não marcaram infração.
- A jogada gerou revolta de jogadores, comissão técnica e diretores do Mirassol, com cobranças à arbitragem.
- O vice‑presidente Juninho Antunes e o gerente executivo de futebol Paulinho afirmaram que buscam igualdade nas decisões, lembrando questionamentos em jogos anteriores.
- A partida ficou 10 minutos paralisada para a retirada de expulsos; o árbitro ficou cerca de 35 minutos no campo ao final, acompanhado por security.
O Mirassol perdeu para o Bahia por 2 a 1 neste sábado, no Maião, pela 11ª rodada do Brasileirão. O lance decisivo foi de Sanabria, cuja origem gerou contestações sobre uma carga de Gilberto em Negueba; árbitro Paulo César Zanovelli e o VAR Wagner Reway não sinalizaram infração.
A partida ficou paralisada por 10 minutos após a jogada, para retirada de expulsos. O árbitro permaneceu no gramado por cerca de 35 minutos ao final, acompanhado por policiais, antes de deixar o estádio.
Reação da Diretoria
O Mirassol enviou nota de indignação sobre o desenrolar do lance e as decisões de arbitragem recentes. O vice-presidente Juninho Antunes destacou a necessidade de igualdade de tratamento entre equipes e afirmou que houve falhas de comunicação com a comissão de arbitragem.
O gerente executivo de futebol, Paulinho, reforçou a cobrança por diálogo entre técnicos e apitadores e criticou o que considerou dificuldade de interlocução. A diretoria disse que vai acompanhar o tema e buscar soluções de forma institucional.
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