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Executivos do Mirassol: Paulinho critica árbitro e cobra apito

Mirassol critica arbitragem de Paulo César Zanovelli após vitória do Bahia; executivos dizem que o juiz não poderia apitar nunca mais e prometem manter posição firme

Dirigentes do Mirassol, Paulinho e Juninho Antunes fazem pronunciamento — Foto: Reprodução/Mirassol
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  • Dirigentes do Mirassol fizeram pronunciamento inédito, criticando a arbitragem de Paulo César Zanovelli após a derrota por 2 a 1 para o Bahia no estádio Maião.
  • Paulinho, executivo de futebol do clube, afirmou que o juiz não “poderia apitar nunca mais” e que houve desrespeito aos jogadores durante o jogo.
  • Outra queixa do Mirassol envolve a suposta falta não marcada em Gilberto que gerou o gol baiano aos 43 minutos do segundo tempo, além de críticas à atuação do VAR.
  • No final, Zanovelli ficou 35 minutos no meio-campo cercado por policiais militares, com o jogo paralisado por dez minutos e cartões sancionatórios a membros da comissão do Mirassol.
  • O Mirassol, com a sexta derrota seguida no Brasileirão, se prepara para viajar a Quito para enfrentar a LDU, pela Libertadores, na próxima terça-feira.

O Mirassol abriu a tarde de sábado com protesto público após a derrota polêmica por 2 a 1 para o Bahia, no estádio Maião. O clube criticou a atuação do árbitro Paulo César Zanovelli, apontando falhas em lances decisivos da partida. As reclamações surgiram pouco depois do apito final.

Dirigentes do Mirassol, Paulinho e Juninho Antunes, falaram à imprensa por quatro minutos em um pronunciamento inédito. Eles afirmaram que o árbitro não deveria apitar novamente e cobraram uma postura mais firme da arbitragem. Também destacaram a necessidade de diálogo com os técnicos e jogadores.

A derrota manteve o Mirassol na lanterna do Brasileirão, com seis pontos. O jogo teve interrupção de dez minutos após o lance polêmico que gerou o gol baiano aos 43 minutos do segundo tempo, pouco após uma possível falta não marcada. O Mirassol também impediu a saída de bola durante a paralisação e houve retrabalho de preparação para o reinício.

Arbitragens e incidentes dentro de campo

Além do gol contestado, o Mirassol reclamou de uma não marcação de pênalti sobre Everton Ribeiro no primeiro tempo. No final, o árbitro permaneceu no campo por cerca de 35 minutos sob escolta de policiais, com a transmissão exibindo repetidamente o lance controverso.

Reação da direção e próximos passos

Juninho Antunes enfatizou a satisfação com o desempenho do time, que, segundo ele, mantém o trabalho firme para deixar a zona de rebaixamento. A diretoria pediu serenidade aos torcedores e afirmou que a equipe seguirá lutando até o fim da competição.

Cenário para a sequência

O Mirassol viaja a Quito, no Equador, para enfrentar a LDU pela Libertadores na próxima terça-feira, às 23h (horário de Brasília). A delegação tem como objetivo manter o ritmo competitivo mesmo diante das críticas à arbitragem.

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