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Botafogo Social revela conversas com investidores e recusa aporte de Textor

Botafogo Social revela conversas com potenciais investidores e recusa aporte de 25 milhões de dólares de Textor, priorizando a estabilidade operacional da SAF

John Textor entre João Paulo Magalhães e Durcesio Mello — Foto: Vítor Silva/Botafogo
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  • Botafogo Social revelou conversas com potenciais investidores da SAF e indicou a recusa do aporte de US$ 25 milhões proposto por John Textor.
  • A nota reforça que a prioridade é a estabilidade operacional da SAF e evitar endividamento acima dos limites permitidos.
  • Em fevereiro, a SAF recebeu empréstimo de US$ 25 milhões de investidores e o acordo prevê conversão da dívida em participação societária, dependente da assinatura de João Paulo Magalhães.
  • O Botafogo afirma que não será obstáculo a iniciativas legítimas que fortaleçam a SAF e garantam um Botafogo financeiramente saudável, competitivo e sustentável.
  • O clube continua avaliando caminhos para a SAF com apoio de assessores financeiros e jurídicos, mantendo diálogo com diferentes agentes do mercado. Rio de Janeiro, 12 de abril de 2026.

O Botafogo Social afirmou ter mantido conversas com potenciais investidores interessados na SAF do clube, incluindo propostas que não dependem de endividamento acima dos limites permitidos. A posição é de recusa ao aporte de 25 milhões de dólares proposto por John Textor, segundo nota publicada nesta segunda-feira.

A nota mostra que o clube social prioriza a estabilidade operacional da SAF e o cumprimento de suas obrigações. O texto enfatiza que qualquer aporte deve ocorrer sem estruturas societárias complexas e sem endividamento acima dos limites permitidos, para uso imediato na melhoria da liquidez.

O Botafogo menciona que a continuidade da SAF pode ocorrer por meio da reorganização da estrutura atual ou por novas composições mais adequadas ao momento. O clube afirma manter diálogo com diversos agentes do mercado, incluindo investidores e parceiros estratégicos.

O texto detalha ainda a dinâmica de fevereiro, quando houve um empréstimo de 25 milhões de dólares para liquidar o transfer ban, com participação de GDA Luma e Hutton Capital. Textor teria obtido a maioria de votos no Conselho, mas Durcesio Mello se absteve.

Paralelamente, permanece a discussão sobre a possibilidade de conversão da dívida em participação societária na SAF. A assinatura de um documento pelo presidente do Botafogo Social parece necessária para viabilizar esse movimento.

Rio de Janeiro, 12 de abril de 2026. Botafogo de Futebol e Regatas reforça que não impedirá iniciativas legítimas que fortaleçam a SAF, mantendo o foco na construção de uma solução estável, saudável e sustentável para o clube a longo prazo.

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