- Filipe Luís, demitido pelo Flamengo há pouco mais de um mês, participou de seminário da Conmebol em Luque, discutindo a Copa do Mundo de 2026.
- Em entrevista, ele afirmou que, com os cinco melhores do mundo, o Brasil teria Raphinha e Vini Jr. entre eles, mantendo o Brasil como favorito.
- O ex-treinador comentou a possibilidade de Brasil e Argentina disputarem a final, dizendo que seria algo “lindo” mesmo sendo difícil de imaginar.
- Sobre Carlo Ancelotti, Filipe Luís disse que foi o melhor que aconteceu com o futebol brasileiro e que a presença dele traz estabilidade à seleção; ele contou ter conversado com Ancelotti na sede da Confederação Brasileira de Futebol.
- O seminário teve a participação de Mauro Silva e a abertura ficou a cargo do presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez.
Filipe Luís, técnico demitido pelo Flamengo há pouco mais de um mês, participou de um seminário da Conmebol em Luque, Paraguai, nesta segunda-feira. O ex-jogador falou sobre a fase da Seleção para a Copa do Mundo de 2026, evitando opiniões pessoais e mantendo o tom informativo.
Durante a entrevista coletiva na sede da Conmebol, o treinador relembrou o início da carreira na Europa, as origens no futsal e a passagem por clubes europeus, até retornar ao Brasil para vencer a Libertadores com o Flamengo em 2019. O foco ficou na experiência adquirida ao longo dos anos.
Questionado sobre as perspectivas do Brasil na Copa, Filipe Luís destacou o potencial de Raphinha e Vini Jr para elevar o time ao nível de favoritos, mesmo diante de dúvidas recorrentes. A ideia central foi que o Brasil pode explorar o alto nível de seus atacantes.
Ancelotti e a visão sobre a Seleção
O assunto ganhou intensidade ao comentar a chegada de Carlo Ancelotti à comissão técnica. Filipe Luís avaliou que a presença do treinador italiano trouxe estabilidade e autoridade, citando a forma como o técnico organiza o grupo e toma decisões.
O ex-jogador revelou ter mantido conversa recente com Ancelotti na sede da CBF, ressaltando a reputação e o histórico do técnico. O relato indicou que o italiano é visto como referência de liderança e experiência no cenário mundial.
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