- Mirassol foi denunciado ao STJD por desordem após a partida contra o Bahia, no sábado.
- A acusação cita invasão de campo, hostilidade à arbitragem e expulsões do técnico Rafael Guanaes e do meia Carlos Eduardo; podem haver suspensões.
- A exibição repetida da jogada polêmica no telão do estádio é apontada como fator de aumento da tensão.
- Houve falhas de segurança: a arbitragem permaneceu no gramado por cerca de 35 minutos sob escolta, sem concluir os procedimentos no vestiário.
- As punições podem incluir perda de mando de campo, multa e interdição do estádio; a decisão ainda depende do STJD.
Mirassol foi denunciado ao STJD por infrações registradas na partida contra o Bahia, disputada no sábado, 11. A denúncia parte da súmula oficial e aponta descontrole ao fim do jogo, com protestos contra a arbitragem.
Segundo o documento, jogadores, comissão técnica e dirigentes invadiram o campo após o apito final. O técnico Rafael Guanaes e o meia Carlos Eduardo foram expulsos; houve registro de atitudes agressivas.
A denúncia também ressalta a exibição repetida da jogada polêmica no telão do estádio, prática proibida pelo regulamento da CBF, que intensificou a tensão entre torcedores.
Outro ponto, falhas de segurança ficaram evidentes: a arbitragem permaneceu no campo por cerca de 35 minutos sem escolta policial suficiente, deixando o estádio sem conclusão do protocolo nos vestiários.
A confusão girou em torno do segundo gol do Bahia, com o Mirassol questionando uma falta não marcada. Mesmo com protestos, o árbitro manteve a decisão, e o caso segue para análise no STJD.
Entidades envolvidas e possíveis sanções
O órgão disciplinar pode punir o Mirassol com perda de mando de campo, multas e até interdição do estádio. Envolvidos podem ser suspensos, com agravantes de invasão de campo e ofensas à arbitragem.
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