- Renato Gaúcho criticou a arbitragem de Hernán Heras após a derrota por virada para o Audax Italiano na Sul-Americana.
- O treinador cobrou fiscalização mais rígida da Conmebol sobre o nível dos árbitros escalados para a competição e citou a possibilidade de punição por não viajar contra o Barracas Central.
- Alegou que futebol é 11 contra 11, destacou que dois jogadores saíram lesionados ou expulsos, e que a equipe cedeu espaços, permitindo a virada do adversário.
- Rejeitou a ideia de time reserva, dizendo que a maioria dos jogadores escalados era titular há menos de um mês e defendendo contratações pontuais.
- Garantiu que está dando oportunidades, ressaltou que jogadores devem justificar o espaço no Vasco diante da imprensa, torcida e diretoria.
O Vasco sofreu virada de Audax Italiano pela Sul-Americana, em jogo marcado pela atuação polêmica da arbitral Hernan Heras. Renato Gaúcho cobrou maior fiscalização da Conmebol sobre o nível dos árbitros escalados para a competição continental e mencionou uma situação envolvendo viagens da comissão técnica.
O técnico não poupou críticas à condução da partida e afirmou que a atuação de Heras influenciou o resultado, com o adversário ganhando espaço após ficar com um jogador a menos no primeiro tempo e Cuesta a cobrar no fim. O Vasco abriu espaço para o adversário crescer.
Além da arbitragem, Renato Gaúcho reclamou da formação escolhida para o duelo, destacando prioridades do clube no Campeonato Brasileiro e recusando a ideia de que o elenco foi apresentado como time reserva. O treinador ressaltou a necessidade de contratações pontuais e de jogadores que assumam responsabilidades dentro do grupo.
O comandante também frisou que os atletas precisam demonstrar valor ao torcedor, à imprensa e à diretoria, para justificar o espaço no time. A entrevista abordou ainda a dinâmica de reforços e o desafio de manter o elenco competitivo em duas frentes.
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