- Corinthians entregou à polícia imagens da confusão ocorrida no clássico contra o Palmeiras, na Neo Química Arena, pelo Brasileirão.
- Palmeiras registrou Boletim de Ocorrência indicando agressão contra Luighi, que passava para o exame antidoping; exame de corpo de delito constatou ferimento no pescoço causado por tapa.
- Houve proposta de acordo com pagamento de cestas básicas para encerrar o caso, mas foi recusada por ambos os clubes, que entendem Luighi como vítima; caso segue no Ministério Público.
- A súmula do árbitro Flávio Rodrigues de Souza descreveu um tumulto generalizado no túnel dos vestiários, envolvendo seguranças das duas delegações.
- O Corinthians informou que Gabriel Paulista e Breno Bidon teriam sido agredidos por seguranças do Palmeiras; atletas devem registrar Boletim de Ocorrência no Jecrim; tumulto foi controlado por Anderson Barros (Palmeiras), Fernando Diniz (Corinthians) e pelo delegado da partida.
Corinthians entregou à polícia imagens da confusão ocorrida no clássico contra o Palmeiras, disputado na Neo Química Arena, pelo Brasileirão. A divulgação foi feita inicialmente pelo site ge. O clube alvinegro afirma que houve agressões a seus atletas durante os momentos de saída para o exame antidoping.
Segundo o Palmeiras, Luighi foi agredido enquanto se dirigia à sala de exame antidoping. O atleta passou por exame de corpo de delito e foi constatado um ferimento no pescoço, supostamente causado por um tapa. As informações constam na documentação apresentada pelo lado alviverde.
A polícia recebeu imagens do ocorrido e avaliou o que ocorreu nos bastidores do estádio. A súmula do árbitro Flávio Rodrigues de Souza descreveu um tumulto generalizado após o clássico, com confrontos no túnel dos vestiários entre membros das duas equipes.
Desdobramentos e relatos
O Corinthians informou que o zagueiro Gabriel Paulista e o meio-campista Breno Bidon foram agredidos por seguranças do Palmeiras. Os atletas, segundo o clube, registrariam Boletim de Ocorrência no Jecrim. O Palmeiras, por sua vez, não confirmou oficialmente as agressões em tribunal aberto, mantendo o relato apresentado pela defesa.
A súmula cita que o tumulto foi contido pelos representantes de ambas as equipes, incluindo Anderson Barros, do Palmeiras, e Fernando Diniz, treinador do Corinthians, com a participação do delegado da partida. As autoridades envolvidas ainda não concluíram a análise de todas as informações apreendidas.
O caso foi encaminhado ao Ministério Público, que poderá instaurar investigação ou arquivar o inquérito, conforme avaliação das provas apresentadas. A decisão dependerá de novas apurações e depoimentos colhidos pelas autoridades competentes.
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