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Dinizismo vira imaginário popular, prática de saidinha se populariza

Dinizismo é imaginário popular; a saidinha é prática comum nos clubes, enquanto repetição de time e desgaste marcam crises

Fernando Diniz durante vitória do Corinthians na Libertadores
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  • Julio Gomes, no UOL News Esporte, afirma que o “Dinizismo” virou mais rótulo do que novidade tática e que a chamada “saidinha” aparece em quase todos os times hoje.
  • Ele diz que Diniz foi um técnico à frente do tempo em algum momento, mas hoje muitas de suas características já são comuns a vários treinadores.
  • Segundo o comentarista, o que chamava atenção por fugir do chutão se tornou padrão, com variações entre os times.
  • Gomes aponta que a repetição do elenco é um traço marcante do Dinizismo atual, em contraste com a prática de poupar jogadores e usar o “controle de carga”.
  • Walter Casagrande concorda que crises costumam trazer peso emocional, com conflitos na beira do campo e em entrevistas, especialmente durante momentos de queda de rendimento.

O Dinizismo não é mais apresentado como uma novidade tática no futebol brasileiro, mas como um rótulo que se tornou comum entre os técnicos. A ideia de que a chamada saidinha ganhou espaço em quase todos os clubes é destacada por Julio Gomes no UOL News Esporte, do Canal UOL.

Segundo o comentarista, Diniz esteve à frente em um momento, ao trazer elementos que fugiam do chutão tradicional. Hoje, segundo ele, essas ações passaram a fazer parte do dia a dia da maioria das equipes, com variações de intensidade.

Gomes aponta ainda que o que antes se destacava pela ousadia de fugir do jogo direto hoje aparece como prática consolidada. O treinador, na visão dele, passou a encarar uma repetição de time como traço marcante, em contraste com políticas de poupar jogadores.

Análise sobre a dinâmica de jogo

O comentarista aponta que o chamado controle de carga perdeu força frente à ideia de manter uma sequência de jogos. Para ele, o desgaste de uma equipe que atravessa maus momentos pesa e pode dificultar a quebra de uma filosofia de jogo.

Outro aspecto destacado é a relação entre crise e comportamento do técnico. Acompanhando momentos de pressão, o treinador costuma enfrentar conflitos com a imprensa e com jogadores, especialmente em fases difíceis, conforme a avaliação de especialistas citados.

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