- Em 11 dias, o Fluminense passou de postulante ao título brasileiro a cenário de pressão após perder para o Independiente Rivadavia por 2 a 1, em casa, pela Libertadores.
- Antes, o time já vinha de empate contra o Coritiba, no Couto Pereira, com escalação de reservas que não impediu o tropeço.
- A sequência incluiu ainda um empate contra o Deportivo La Guaira, em Caracas, numa atuação considerada abaixo do esperado.
- A CBF adiantou o clássico Fla-Flu para domingo por atraso logístico do Flamengo, decisão que desagradou parte do elenco e da torcida.
- A derrota no Maracanã para o Flamengo reforçou a crise no período, deixando o Fluminense sem margem na fase de grupos da Libertadores.
O Fluminense entrou em um mês de abril conturbado e enfrenta o momento mais crítico de 2026. Em 11 dias houve queda de desempenho, críticas públicas e mudanças de cenário que culminaram na derrota por 2 a 1 para o Independiente Rivadavia, em casa, pela Libertadores.
O ciclo começou com o empate diante do Coritiba, no Couto Pereira, em 4 de abril. Mesmo com sete reservas, o time manteve uma formação forte no meio-campo, mas não evitou o 1 a 1 e as dúvidas se ampliaram entre torcedores e direção.
Poupar ou não? A estratégia gerou debate após o confronto com o Coritiba. A sequência de resultados ruins apareceu também na Libertadores, com atuação abaixo do esperado diante do Deportivo La Guaira, em Caracas, sem vitória.
Sequência de jogos e impactos
A agenda seguinte trouxe atraso na logística do Fla-Flu, decidido pela Federação de Futebol do Rio para domingo, após contato com a CBF e órgãos de segurança. A mudança provocou insatisfação entre parte do elenco e da torcida, já citando perda de ritmo.
No clássico seguinte, o Flu perdeu para o Flamengo por 2 a 1 no Maracanã, aumentando a pressão e o desgaste à equipe. A partida deixou de ser apenas resultado e gerou questionamentos internos sobre o planejamento para a fase seguinte da temporada.
Derrota na Libertadores
A derrota por 2 a 1 para o Independiente Rivadavia, nesta quarta-feira, agravou o cenário de crise. O Flu volta a tropeçar em casa na competição continental, ampliando a pressão sobre o técnico Luis Zubeldía e o grupo de atletas.
O treinador afirmou que a equipe precisa manter o trabalho e seguir brigando por tudo, ressaltando que há urgência em retomarem a performance anterior. A derrota mantém o Flu fora da liderança do grupo na Libertadores e sem margem para erro.
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