- Advogados de Julio Casares protocolaram mandado de segurança para suspender o inquérito sobre suposta exploração irregular de camarotes no Morumbi durante sua gestão no São Paulo.
- O pedido foi apresentado na segunda-feira, 13, e o processo segue sob análise judicial; enquanto isso, o inquérito continua em andamento.
- A defesa tentou acompanhar o depoimento de duas testemunhas na quinta-feira, 16, mas a Polícia Civil negou o pedido de participação e de formular perguntas.
- A investigação é realizada por uma força-tarefa da Polícia Civil e do Ministério Público e envolve também Mara Casares, Douglas Schwartzmann, Marcio Carlomagno e Rita de Cassia Adriana Prado.
- Áudios apreendidos apontam suposta participação de Schwartzmann e Mara Casares em esquema de exploração de camarotes; alguns investigados já foram desligados do São Paulo e a coleta de provas continua, com expectativa de conclusão nos próximos meses.
A defesa de Julio Casares protocolou um mandado de segurança para suspender as investigações sobre a suposta exploração irregular de camarotes no Morumbi durante a gestão dele no São Paulo. O pedido foi apresentado na segunda-feira, 13, e aguarda análise judicial, mantendo o inquérito em andamento.
A Polícia Civil negou o pedido de acompanhamento das oitivas de duas testemunhas marcadas para a quinta-feira, 16, o que motivou a defesa a alegar direito de intervir nos depoimentos, inclusive com perguntas. Com isso, a suspensão do processo foi solicitada.
A investigação, conduzida pela força-tarefa da Polícia Civil e do Ministério Público, mira irregularidades na administração de Casares. Além dele, são investigados Mara Casares, ex-diretora de eventos, Douglas Schwartzmann, ex-diretor da base, Marcio Carlomagno, ex-superintendente geral, e Rita de Cassia Adriana Prado.
Ao longo do inquérito já foram ouvidas várias testemunhas e alguns investigados, com os depoimentos sendo colhidos pelo delegado Tiago Correia e com a atuação dos promotores José Reinaldo Carneiro e Tomás Ramadan. Um ponto central envolve áudios atribuindo participação de Schwartzmann e Mara Casares em esquema de exploração de camarotes.
No decorrer das apurações, Carlomagno, Schwartzmann e Mara Casares foram desligados do São Paulo, com a saída de cada um do quadro social ou do Conselho Deliberativo. A apuração continua com coleta de provas, e há expectativa de que o inquérito seja concluído nos próximos meses.
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