- Flamengo goleou o Independiente Medellín por 4 a 1, com Lucas Paquetá marcando o primeiro gol e contribuindo para o segundo com a jogada que originou o cruzamento para Bruno Henrique.
- Paquetá atuou como segundo homem de meio, com a possibilidade de atuar mais adiantado e até como atacante.
- Foi a terceira vitória dele como titular consecutivo no Flamengo, após um período alternando entre banco e campo.
- O relacionamento entre o desempenho de Paquetá e a necessidade de mudanças táticas aparece como motivo para ele ser considerado na Copa do Mundo.
- O técnico Carlo Ancelotti já testou o Brasil com quatro atacantes, mas vê Paquetá como peça que pode sustentar um meio mais preenchido, o que o torna uma opção viável para os 26 convocados.
No Maracanã, Flamengo goleou o Independiente Medellín por 4 a 1, nesta quinta-feira, pela Libertadores. Paquetá atuou como meia avançado, recebendo de Ayrton Lucas, dominou e abriu o placar no canto esquerdo do goleiro. No segundo gol, desarme e assistência a Arrascaeta para Bruno Henrique.
Os lances evidenciam a característica de Paquetá: vaivém entre marcação e ataque. O estilo remete ao que ele mostrou no West Ham, despertando interesse de Pep Guardiola no Manchester City, negociação frustrada por questões extracampo.
Foi o terceiro jogo consecutivo como titular no Flamengo, situação que não ocorria desde fevereiro. De volta à Gávea, o atleta alternou entre banco e titular, acompanhando oscilações do rendimento e a ausência na última convocação da seleção brasileira para amistosos.
Hoje, Paquetá aparece como titular fixo, atuando como segundo homem de meio, atrás de Arrascaeta. Ainda pode jogar mais avançado ou até como atacante, o que reforça a necessidade de manter o jogador entre os convocáveis para a Copa do Mundo.
Carlo Ancelotti tem utilizado quatro atacantes de ofício na seleção italiana, com variações de posição conforme o jogo. A estratégia preocupa em confrontos mais fortes, levando à busca por alternativas que fortaleçam o meio-campo.
A ideia é ter um jogador capaz de recompor a defesa e, em seguida, avançar ao ataque, alguém como Paquetá, que já demonstrou esse encaixe funcional. A peça seria útil para manter o meio mais preenchido, em formatos que virariam 4-5-1 com os pontas.
Apesar de testes recentes com outros nomes, Paquetá já foi titular ao lado de Casemiro e Bruno Guimarães em amistosos, com resultados negativos. Ainda assim, a avaliação não descarta a utilidade tática do jogador para a Copa.
A maturação do estilo de Paquetá, aliada à sua versatilidade, sustenta o argumento de que ele pode ser a opção pragmática que o técnico busca. A decisão sobre a lista final de 26 atletas permanece sob análise cuidadosa.
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