- Medina chegou como principal contratação do Botafogo, mas teve início difícil e enfrentou adaptação ao Rio de Janeiro, com apoio da família.
- A mãe e a tia de Medina vieram ao Rio para ajudar a família durante a adaptação.
- Após a estreia irregular contra o Flamengo e a expulsão diante do Palmeiras, o argentino não deslanchou nos primeiros jogos.
- Com posicionamento mais recuado, teve melhor desempenho como camisa 8, mostrando maior eficácia com passes e participação no jogo.
- Na Sul-Americana, Medina foi destaque na vitória por 3 a 2 sobre o Racing, com 18 passes certos; o Botafogo segue para enfrentar a Chapecoense, no sábado, às 18h30, na Arena Condá.
Medina supera adaptação para brigar por titularidade no Botafogo. O argentino chegou como principal contratação da janela, enfrentou dificuldades no Rio de Janeiro e mostrou evolução útil para a equipe. A vitória sobre o Racing, pela Sul-Americana, revelou o seu papel como facilitador do meio-campo.
O jogador chegou ao Brasil acompanhado da esposa e de um filho, e a família recebeu apoio do clube para facilitar a adaptação. A mãe e a tia dele também vieram ao Rio para ajudar nos primeiros meses.
Quando enfim vestiu a camisa do Botafogo, Medina não engrenou nos primeiros jogos. Na estreia contra o Flamengo houve atuação abaixo do esperado; na rodada seguinte, foi expulso diante do Palmeiras.
A partir de então, passou a ter desempenho diferente conforme a posição. Utilizado mais recuado por todos os técnicos, não alcançou o potencial esperado; como camisa 8, ganhou mais espaço para transitar entre os setores.
Na Sul-Americana, Medina mostrou evolução. Contra o Racing, ele foi um dos destaques na vitória por 3 a 2, com 18 passes certos, o que o colocou entre os terceiros do elenco em esse fundamento.
Após o triunfo na Argentina, o Botafogo segue a temporada rumo a Chapecoense. O jogo da 12ª rodada do Brasileirão será às 18h30 de sábado, na Arena Condá.
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