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Por que a troca de dono do Allianz Parque continua improvável

BTG busca assumir o Allianz Parque por dívida de R$ 650 milhões, mas viabilidade é baixa; estádio gera alta receita e WTorre não sinaliza vender

Novo gramado sintético do Allianz Parque, antes de Palmeiras x Mirassol, pelo Campeonato Brasileiro
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  • O BTG Pactual, credor da dívida do Allianz Parque, busca assumir o controle do estádio, conforme colunista Lauro Jardim e confirmação do blog.
  • A dívida da WTorre com o BTG é de R$ 650 milhões, comprada do Banco do Brasil, credor original.
  • Houve tentativa anterior do BTG de tomar o estádio, inclusive com possibilidade de ação judicial.
  • O Allianz Parque é rentável, com receita anual entre R$ 250 milhões e R$ 300 milhões, e o contrato com o Palmeiras vai até 2044.
  • O pagamento da dívida está em dia, a WTorre pacificou a relação com o Palmeiras e o naming rights com o Nubank, de US$ 10 milhões por ano, não favorece a tomada de controle pelo BTG.

O BTG Pactual está tentando assumir o controle do Allianz Parque, principal ativo da WTorre, que deve atualmente ao banco. A movimentação envolve a dívida de 650 milhões de reais entre WTorre e o BTG, herdada do Banco do Brasil, credor original.

A tentativa já havia sido anunciada por Lauro Jardim e confirmada pelo blog responsável pela notícia. O BTG avalia que o estádio, com receita anual estimada entre 250 e 300 milhões de reais, pode oferecer retorno relevante em eventual controle operacional.

O acordo entre WTorre e Palmeiras amenizou tensões: o clube concordou em quitar dívidas passadas e recebe repasses entre 50 e 70 milhões por ano pelas atividades no estádio, que abriga também shows e outros eventos. O naming rights foi reforçado com um contrato de US$ 10 milhões por ano com o Nubank, aumentando a atratividade financeira do empreendimento.

Contexto financeiro e próximos passos

Apesar da atratividade econômica, a WTorre não demonstrou interesse em ceder o controle ou a gestão do Allianz Parque. Com isso, a estratégia do BTG enfrenta limitações legais e operacionais, o que reduz as chances de sucesso imediato na tomada de posição sobre o estádio.

A evolução do caso ainda não tem definição de prazo e depende de avaliações regulatorias, de garantias contratuais e de eventuais medidas judiciais. A autoridade sobre o estádio, por ora, permanece com a WTorre, segundo informações apuradas pela imprensa especializada.

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