- Nova Jersey cobrará US$ 150 (R$ 747) pelo transporte de ida e volta para jogos da Copa, aumento de 10 vezes frente o preço usual de US$ 15.
- O MetLife Stadium sediará oito jogos, incluindo a estreia do Brasil contra Marrocos em 13 de junho e a final em 19 de julho.
- A NJ Transit defendeu os preços, citando maior fluxo de passageiros com o fechamento de estacionamento próximo e custos de segurança ligados à Copa.
- O diretor de operações da Copa do Mundo de 2026 disse que o aumento pode levar torcedores a opções alternativas, contribuindo para congestionamentos e chegadas atrasadas.
- A governadora de Nova Jersey afirmou que a Fifa deve arcar com as viagens; a Fifa, por sua vez, disse que receitas são reinvestidas no desenvolvimento do futebol.
O MetLife Stadium, em Nova Jersey, receberá a estreia do Brasil na Copa do Mundo e abrigará oito jogos, inclusive a final em 19 de julho. A tarifa de transporte de ida e volta para a competição ficou em US$ 150, cerca de R$ 747, aumentando significativamente o custo para torcedores.
A decisão de cobrar a tarifa elevou o preço relativo dos ingressos, principalmente no mercado de revenda, potencialmente elevando o custo total de viagem para as partidas a valores altos. A medida é alvo de críticas por parte de organizações ligadas ao evento.
A New Jersey Transit defendeu o ajuste, citando a demanda acrescida por causa do fechamento do estacionamento público próximo ao estádio e o aumento dos custos com segurança para a Copa de 2026.
A direção da Copa de 2026 informou que o reajuste pode levar torcedores a buscar alternativas de transporte, o que pode gerar congestionamentos e chegar atrasos nas chegadas aos estádios.
Analistas apontam que tarifas elevadas podem reduzir o benefício econômico esperado com a realização do evento na região, afetando o legado do torneio para a comunidade local.
A governadora de Nova Jersey, Mikie Sherrill, afirmou que a conta de segurança para torcedores seria coberta pela Fifa, questionando o peso financeiro sobre passageiros locais. A Fifa rebate a ideia de lucro extraordinário, afirmando que as receitas são reinvestidas no desenvolvimento do futebol.
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