- O atacante Berto, do Operário-PR, relatou ter sido vítima de racismo durante a derrota por 2 a 1 para o Vila Nova, em Goiânia, pela 5ª rodada da Série B.
- Durante o episódio, houve confusão entre atletas do Operário-PR e torcedores do Vila Nova; objetos foram arremessados no campo e nas arquibancadas, e um torcedor foi ferido ao revidar.
- Álvaro Góes, presidente do Operário-PR, foi atingido por uma garrafa no rosto durante a troca de agressões.
- O Vila Nova, com a vitória, assumiu a liderança da Série B com 11 pontos em cinco jogos; o Operário-PR ficou em quinto, com oito pontos.
- O presidente do Vila Nova, Hugo Jorge Bravo, disse que buscará identificar o torcedor responsável pelo suposto ato racista.
O atacante Berto, do Operário-PR, afirma ter sofrido racismo durante a derrota por 2 a 1 para o Vila Nova, na Série B. O jogo ocorreu no Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga, em Goiânia, pela quinta rodada da competição.
Berto relatou ter sido chamado de “macaquinho” por torcedores do Vila Nova. Em resposta, houve troca de palavras com a torcida visitante, que ficou atrás do banco de reservas do Operário-PR, dando início a uma confusão no gramado e nas arquibancadas.
Durante o embate entre atletas e torcedores, objetos foram lançados ao campo. Um torcedor acabou atingindo o rosto de Álvaro Góes, presidente do Operário-PR, que caiu com ferimento.
Incidente de racismo e desdobramentos
O Vila Nova informou que vai identificar o torcedor responsável pelo suposto ato racista. Em entrevista à ESPN, Berto relatou que as imagens mostrariam o ocorrido e destacou a mancha que o episódio deixou no confronto pela liderança da Série B.
O jogo terminou com a liderança do Vila Nova na competição, com 11 pontos em cinco partidas. O Operário-PR ficou em quinto, somando oito pontos no mesmo número de jogos.
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