- A pressão sobre Roger Machado aumenta no São Paulo após a derrota para o Vasco; o presidente Harry Massis Júnior não deve promover mudanças no departamento de futebol.
- Aliados do presidente no Conselho Deliberativo veem a continuidade de Roger como insustentável em meio à primeira colocação perdida no nacional, com apenas quatro pontos nos últimos dezoito disputados.
- Interlocutores próximos à alta cúpula apontam que a demissão de Roger impactaria Rui Costa, diretor de futebol, o que Massis considera uma consequência natural da mudança.
- Internamente, há a leitura de que a saída de Roger poderia provocar um efeito dominó na estrutura do departamento, o que ele busca evitar.
- O São Paulo volta a campo na terça-feira (21), pela Copa do Brasil, recebendo o Juventude no Morumbi, às 19h15 (de Brasília).
A pressão sobre o técnico Roger Machado aumentou no São Paulo após a derrota para o Vasco. O clube vive um dilema interno com o presidente Harry Massis Júnior entre manter Roger e conservar Rui Costa no cargo.
A cobrança vem de aliados do Conselho Deliberativo, que veem a permanência de Roger como insustentável, diante de apenas 4 pontos nos últimos 18 disputados. Massis não deve promover mudanças.
Interlocutores próximos à diretoria entendem que a demissão de Roger poderia impactar Rui Costa, principal responsável pela contratação. Massis teme uma queda de comando.
Não há espaço para demissões simultâneas, pois o clube avalia que seria arriscado quedar sem treinador e sem diretor de futebol ao mesmo tempo. O calendário antes da Copa do Mundo pesa.
Desdobramentos internos
O São Paulo volta a campo na próxima terça, dia 21, pela Copa do Brasil. O Tricolor recebe o Juventude, no Morumbi, às 19h15 (de Brasília).
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