- Botafogo teve novo transfer ban ativo da Fifa a partir desta segunda-feira, por dívida com o Ludogorets (Bulgária) pela transferência não paga do atacante Rwan Cruz, contratado em fevereiro de 2025 por 8 milhões de euros (cerca de R$ 48 milhões).
- A punição reiterou dificuldades financeiras da SAF, que levou à saída do diretor financeiro Anderson Santos.
- O episódio lembra a crise de fim de 2024, quando o clube não pagou o Atlanta United pela transferência de Thiago Almada, gerando acordo que não foi cumprido.
- Pela manhã, havia assembleia convocada por John Textor para aprovar emissão de novas ações visando levantar R$ 125 milhões; a reunião não teve quórum e houve segunda chamada prevista para o dia 27.
- Um relatório de consultoria contratado pelo clube aponta endividamento da SAF na casa de R$ 2,5 bilhões até 31 de dezembro de 2025.
O Botafogo recebeu mais uma punição da Fifa e voltou a figurar na lista de clubes com transfer ban ativo. A penalidade decorre de uma dívida com o Ludogorets, da Bulgária, pela compra do atacante Rwan Cruz, contratado em fevereiro de 2025 por 8 milhões de euros. A regularização não ocorreu, levando à suspensão.
Rwan Cruz foi transferido por cerca de R$ 48 milhões. A dívida evidencia dificuldades financeiras da SAF de John Textor, que também impactam a gestão do clube. Além disso, o diretor financeiro Anderson Santos deixou o clube, segundo fontes internas.
Crise financeira
O Botafogo enfrenta queda de caixa e acumula problemas. O transfer ban entrou em vigor nesta segunda-feira, repetindo a situação vivida entre dezembro e janeiro, quando não pagou o Atlanta FC pela venda de Thiago Almada. Na ocasião, houve acordo para parcelas subsequentes, sem cumprimento integral.
Mais cedo, Textor convocou assembleia para aprovar emissão de novas ações visando uma injeção de R$ 125 milhões. A reunião não atingiu o quórum necessário e foi marcada segunda convocação para o dia 27.
Relatório de consultoria contratado pelo clube aponta endividamento da SAF em cerca de R$ 2,5 bilhões, com dados até 31 de dezembro de 2025. A documentação reforça a gravidade da situação financeira.
Entre na conversa da comunidade