- Torcedores da Independente, principal torcida do São Paulo, foram ao CT da Barra Funda nesta segunda-feira, 20, para protestar após a derrota por 2 a 1 para o Vasco e a crise institucional do clube.
- Eles cobram a demissão do executivo de futebol Rui Costa, alegando que ele seria responsável pela instabilidade no time.
- O presidente do clube, Harry Massis, chegou ao CT de carro durante o protesto e foi alvo de cobranças junto com Rui Costa.
- A cobrança ocorre após a troca do técnico Hernán Crespo por Roger Machado, que ainda assim enfrenta críticas, mesmo com resultados recentes como goleada por 4 a 1 sobre o Cruzeiro e vitória por 1 a 0 sobre o Boston River.
- Rui Costa atua no São Paulo há cinco anos, tendo sido mantido após o impeachment de Julio Casares e sido apoiado por Massis, que o ajudou a contratar Rafinha como gerente esportivo.
Membros da Independente, principal torcida organizada do São Paulo, foram ao CT da Barra Funda nesta segunda-feira, 20, protestar contra a gestão do clube após a derrota para o Vasco por 2 a 1. O grupo abordou o presidente Harry Massis ao chegar em seu carro e pediu a demissão do executivo de futebol Rui Costa, conforme registro em vídeo do portal Arquibancada Tricolor.
A insatisfação com o departamento de futebol cresceu desde a troca de Hernán Crespo por Roger Machado, que não evitou críticas entre parte da torcida. Mesmo com a goleada por 4 a 1 sobre o Cruzeiro e a vitória por 1 a 0 contra o Boston River, o trabalho de Roger foi alvo de descontentamento constante.
Protesto na Barra Funda
Testemunhas relataram que o grupo cobrou publicamente a saída de Rui Costa, apontando falhas na condução do vestiário e na contratação de Rafinha como gerente esportivo, decisão apoiada por Massis.
Rui Costa permanece no São Paulo há cinco anos, sobrevivendo ao abalo institucional após o impeachment de Julio Casares, em janeiro. A liderança tem sido atribuída a Massis, que o apoiou desde a chegada do executivo.
Contexto e desdobramentos
A cobrança ocorre em meio a uma crise institucional que atravessa o clube e alimenta a pressão sobre o elenco, diretoria e comissão técnica. A direção do São Paulo não se manifestou sobre o protesto até o fechamento deste relatório.
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