- Diego Alves, ex-goleiro do Flamengo, anunciou aposentadoria em janeiro de 2025 e passou a ajudar atletas na transição de carreira.
- Ele cofundou a Nexus, empresa criada com João Pedro Castilhos, diretor do Osasuna, para orientar a passagem do futebol para a vida pós-atividade.
- O ex-atleta diz que houve um “buraco” nas informações sobre o pós-carreira e destaca a importância de planejar o futuro antes de parar de jogar.
- Danilo, zagueiro do Flamengo, é citado como exemplo de jogador que precisa se adaptar à nova realidade, com foco em contribuição fora do campo.
- Filipe Luís, ex-lateral do Flamengo, é apontado como caso de sucesso na transição, já como treinador da base e disputando头 eventualmente o profissional, após iniciar em funções de base com apoio e estudo contínuo.
Diego Alves, ex-goleiro formado no Flamengo, anunciou a aposentadoria no início de 2025, nove meses após deixar o Celta de Vigo. Hoje, ele atua no desenvolvimento de atletas em transição de carreira, por meio da empresa Nexus, criada junto com João Pedro Castilhos, diretor do Osasuna (Espanha). A iniciativa foca em orientar atletas que deixam o futebol profissional.
A proposta leva em conta a experiência de Diego com o fim da carreira. Ele afirma que o período pós-aposentadoria costuma trazer um vazio e que a preparação precisa ocorrer antes da hora H. A Nexus analisa trajetórias, planeja novas rotinas e orienta sobre novos caminhos fora do campo.
Para ilustrar o tema, o ex-goleiro cita casos envolvendo jogadores do Flamengo. Danilo, já perto da aposentadoria, é apontado como exemplo de percepção do envelhecimento no futebol e de como pensar o futuro. O clube tem mostrado casos de transição entre o fim da carreira e a atuação no dia a dia do Flamengo.
Outro caso destacado é o de Filipe Luís, ex-lateral-esquerdo que se tornou treinador da base rubro-negra em 2024. Diego recorda que Filipe começou em posições de base, estudou bastante e pagou o preço pela formação, evolução que o levou a alcançar sucesso no profissional.
Diego ressalta a importância de se cercar de pessoas que auxiliem nas decisões futuras. O ex-jogador enfatiza que o ego não pode impedir a adaptação, e que é essencial manter estudo e aprendizado contínuos para quem encerra a carreira. A ideia é transformar a experiência no próprio valor agregado.
No contexto do Flamengo, Diego reforça que a transição envolve mudanças bruscas de rotina. Ele aponta que atletas precisam entender que, ao encerrar a carreira, passam a ser responsáveis por seu tempo, planejamento e educação contínua para manter relevância fora dos gramados.
Entre na conversa da comunidade