- A Gaviões da Fiel, principal torcida do Corinthians, criticou a Polícia Militar de Florianópolis por atrasos na liberação de torcedores para a partida contra o Barra pela Copa do Brasil.
- A torcida alega desrespeito e má organização que atrasaram a entrada no estádio, apesar dos torcedores estarem na cidade desde o início da tarde.
- A situação impacta quem viajou para apoiar o time e desejava acompanhar o jogo desde o início.
- O Corinthians é o atual campeão da Copa do Brasil, mas vive má fase no Campeonato Brasileiro, figurando na zona de rebaixamento.
- A nota da torcida questiona até quando esse desrespeito com a fiel irá ocorrer.
A Gaviões da Fiel, principal torcida organizada do Corinthians, divulgou uma nota criticando a atuação da Polícia Militar em Florianópolis. Segundo o grupo, a operação policial atrasou a liberação de torcedores para a partida contra o Barra, pela Copa do Brasil. A organização aponta desorganização das autoridades e cobrança de entradas, o que prejudicou quem já estava na cidade desde o início da tarde.
Na nota, a torcida afirma que houve desrespeito aos fãs e que a demora dificultou a presença da torcida no início do jogo. O grupo diz que torcedores chegaram à cidade ainda pela manhã, mas tiveram problemas para entrar no estádio.
O Corinthians segue na Copa do Brasil 2026, disputando a partida no Ressacada, em Florianópolis, contra o Barra. A equipe é atual campeã da competição, após vencer o Vasco na final anterior. No entanto, o momento no Campeonato Brasileiro é ruim, com o time na zona de rebaixamento.
O técnico Fernando Diniz dirige o time desde o início da temporada, e o Corinthianos venceu partidas recentes na Libertadores, mantendo-se invicto sob o comando do treinador. O clube busca se desenvolver defensivamente, com o registro de gols sofridos sob o seu comando.
Situação da torcida e repercussões
A nota da Gaviões da Fiel ressalta que a demora na entrada afeta a torcida que viajou para apoiar o time. Não há confirmação de desdobramentos adicionais ou de novas ações por parte da organizada. A PM não divulgou posicionamento público ainda sobre o episódio.
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