- Estêvão sofre lesão muscular na coxa direita e pode ficar de fora da Copa do Mundo; ele completa 19 anos nesta sexta-feira.
- Entre janeiro de 2025 e abril de 2026, ele atuou em oitenta jogos por Palmeiras, Brasil e Chelsea, com a última partida pelo Palmeiras em julho, antes de estrear pelo Chelsea em agosto.
- Ancelotti perdeu Rodrygo e precisa ajustar o ataque, que deve seguir com quatro atacantes, dois volantes defensivos e pontas rápidos, com mudanças de posição na frente.
- Caso Estêvão não se recupere, surge a dúvida sobre quem fará o papel de armador; nomes discutidos incluem Cunha, Rodrygo e outras opções para o setor.
- Sobre Neymar, a comissão técnica avalia se entra como jogador de ataque móvel ou reserva; há conversas sobre outras opções para o meia de ligação, dependendo da forma de jogo.
Estêvão pode perder a Copa do Mundo por lesão muscular na coxa direita. O jogador, que completa 19 anos, ainda espera ter condições de atuar em junho pela seleção. A contusão ocorre em meio a uma temporada com muitos jogos entre Palmeiras, Brasil e Chelsea.
Entre janeiro de 2025 e abril de 2026, Estêvão atuou em 80 partidas pelos três times. A última atuação pelo Palmeiras aconteceu em 4 de julho, diante do Chelsea, e ele estreou pelo Chelsea em 18 de agosto, após 44 dias de diferença.
Desdobramentos no ataque
A lesão complica o planejamento de Carlo Ancelotti, que já perdia Rodrygo. O técnico italiano precisa definir o perfil de atacante que substituirá o jovem em quadra, com opções que variam entre centroavantes e armadores. A ideia tática envolve jogadas com atacantes móveis e trocas constantes de posição.
Caso Estêvão não se recupere a tempo, o treinador terá que revisar o conjunto de atacantes disponíveis. Bruno Matheus Cunha, João Pedro e, dependendo do cenário, Richarlison podem receber mais responsabilidade, enquanto a presença de um armador clássico fica em estudo.
Possíveis caminhos e dúvidas
O elenco visto em treinos sugere que, sem Estêvão e Rodrygo, Ancelotti pode optar por um sistema com dois meio-campistas defensivos e quatro atacantes. A formação visa manter velocidade pelas pontas e mobilidade na frente, abrindo espaços na defesa adversária.
Questionamentos passam pela necessidade de inscrever um novo armador ou explorar opções entre jogadores já conhecidos da equipe. Neymar aparece como ponto de discussão, mas a mobilidade e o encaixe tático podem inviabilizar sua participação em um papel de falso 9 ou de ponta.
Entre na conversa da comunidade