- Um envio do governo de Donald Trump propôs à FIFA substituir o Irã pela Itália na Copa do Mundo de 2026, nos Estados Unidos.
- A ideia partiu de Paolo Zampolli durante encontro com o presidente da FIFA, Gianni Infantino, citando os quatro títulos da Itália na competição.
- A FIFA não comentou publicamente, e a proposta também foi associada a questões diplomáticas entre EUA e Itália, envolvendo a primeira-ministra Giorgia Meloni.
- Atualmente, a Itália ficou fora da Copa de 2026 após eliminação na repescagem, enquanto o Irã já garantiu vaga nas Eliminatórias Asiáticas.
- Infantino afirmou que o esporte deve ficar fora da política e não há indicação de mudança no quadro atual da competição.
O governo norte-americano, segundo o Financial Times, apresentou à FIFA a proposta de substituir o Irã pela Itália na Copa do Mundo de 2026. A ideia foi apresentada por Paolo Zampolli durante reunião com o presidente Gianni Infantino. O enfoque era o histórico vitorioso da Itália no futebol.
A justificativa apresentada envolve o fato de a seleção italiana ter quatro títulos mundiais. A iniciativa também é ligada a uma estratégia diplomática, com possíveis ganhos diplomáticos entre os EUA e a Itália, entre eles avanços com a primeira-ministra Giorgia Meloni.
A FIFA não se posicionou publicamente sobre o tema. Nos bastidores, houve avaliação interna, mas não houve confirmação de mudanças no quadro de vagas para o Mundial.
FIFA defende participação do Irã
Do lado esportivo, a disputa segue conforme as regras atuais. A Itália ficou de fora do Mundial ao ser eliminada na repescagem, enquanto o Irã já garantiu vaga nas Eliminatórias Asiáticas e terá presença confirmada pela entidade.
Gianni Infantino afirmou que o esporte deve permanecer afastado de questões políticas, embora não haja indicação de alteração no formato ou nas cotas do torneio. A posição da FIFA é de manter o que já havia sido definido.
Contexto esportivo atual
A definição sobre as vagas para a Copa do Mundo de 2026 permanece baseada no desempenho em campo. A proposta de troca presidencial-cultural não alterou o status vigente no momento, segundo apuração de fontes ligadas à organização.
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