- John Kennedy é artilheiro da era Zubeldía com 10 gols, empatado com Serna; em 2026 lidera com oito gols, à frente de Serna, com cinco.
- O atacante se firmou como arma ofensiva decisiva, sendo titular ou vindo do banco, contribuindo com gols e resultados.
- Internamente, o jogador ganhou destaque pela dedicação aos treinos e postura profissional, refletindo na performance em campo.
- O Fluminense encara uma sequência dura: quatro dos próximos cinco jogos serão fora do Rio, com Copa do Brasil e Libertadores em jogo, incluindo Operário-PR, Bolívar, Independiente Rivadavia e Internacional.
- A temporada começou com vitória sobre o Santos, e o elenco terá domingo, 26, de folga antes de receber a Chapecoense no Maracanã.
John Kennedy ganhou nova dimensão no Fluminense em 2026. O atacante, antes visto como reserva, se firmou como peça decisiva sob o comando de Luis Zubeldía e é artilheiro da era do treinador.
Na temporada, o camisa 9 já soma 10 gols na Era Zubeldía, empatado com Serna na lista de goleadores. Em 2026, Kennedy lidera a artilharia tricolor com oito gols, à frente de Serna (cinco). Canobbio aparece com quatro, seguido por Acosta, Castillo, Savarino, Ganso e Hércules, com três cada.
Artilharia da era Zubeldía
| Jogador | Gols |
| — | — |
| John Kennedy | 10 |
| Serna | 10 |
| Canobbio | 6 |
| Acosta | 5 |
| Castillo | 3 |
| Savarino | 3 |
| Ganso | 3 |
| Hércules | 3 |
A virada de status vai além dos números. Kennedy passou a decidir jogos, seja como titular ou vindo do banco, ganhando espaço num elenco que inicialmente não o via como referência. O comportamento profissional também é citado como marco dessa mudança de percepção.
Calendário e próximos desafios
A vitória sobre o Santos abriu uma sequência exigente. Nos próximos quatro jogos, três ocorrerão fora do Rio, exigindo gestão de elenco e foco total de Zubeldía. Entre Libertadores e Copa do Brasil, o Tricolor terá confrontos com Bolívar, Independiente Rivadavia e Internacional, além de duelarmos com o Operário-PR.
No domingo, 26, o Fluminense recebe a Chapecoense no Maracanã, enquanto a Libertadores impõe cautela: derrotas nas duas primeiras rodadas elevam a necessidade de resultados fora de casa para manter o sonho do título.
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