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Justiça espanhola mantém Neymar absolvido em caso de transferência

Supremo Tribunal espanhol confirma absolvição de Neymar e dirigentes do Barcelona em corrupção e fraude ligadas à transferência de 2013

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  • O Supremo Tribunal espanhol manteve a absolvição de Neymar, de seus pais e de ex-dirigentes do Barcelona no caso da transferência de 2013.
  • A decisão, anunciada em 22 de abril, confirma o entendimento da Audiência de Barcelona, que já havia absolvido há quase quatro anos.
  • A DIS tinha 40% dos direitos federativos do jogador na época e alegou prejuízo por suposta ocultação do valor da transferência, acionando a Justiça em 2015.
  • O tribunal afirmou que não houve crime de corrupção nem fraude imprópria, ressaltando que a negociação decorreu de uma decisão esportiva do clube.
  • O veredito mantém Neymar, seus pais, Sandro Rosell, Josep Maria Bartomeu e um ex-dirigente do Santos absolvidos; a DIS recorreu, mas o recurso foi rejeitado.

A Justiça espanhola manteve a absolvição do atacante Neymar e de dirigentes do Barcelona no caso envolvendo a transferência do jogador em 2013. O Supremo Tribunal confirmou a decisão já reconhecida pela Audiência de Barcelona, rejeitando acusações de corrupção e fraude.

Segundo a corte, não houve crime nos negócios nem fraude imprópria por Neymar, seus representantes ou pelo clube. A decisão aponta que a negociação decorreu de uma decisão desportiva do Barcelona, que buscou assegurar a contratação e decidiu antecipá-la.

Detalhes do veredito

A decisão, datada de 16 de abril, mantém Neymar, seus pais e ex-presidentes do Barcelona, Sandro Rosell e Josep Maria Bartomeu, absolvidos. Também permanece sem culpa o ex-dirigente do Santos envolvido no caso.

Origem do processo

A DIS, empresa brasileira detentora de 40% dos direitos federativos de Neymar na época, abriu ação em 2015. A empresa alegou prejuízos por suposta ocultação do valor real da transferência e questionou um acordo de exclusividade de 2011.

Desfecho processual

O Ministério Público havia retirado a denúncia na fase final do julgamento. Magistrados também afastaram a existência de crime. Após a absolvição em 2022, a DIS recorreu, e o recurso foi rejeitado pelo tribunal superior espanhol.

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