- Bap criticou o uso de gramado sintético em clubes da elite do futebol e chamou o campo de plástico.
- A declaração ocorreu após o Fórum Nacional de Formação Esportiva, do Comitê Brasileiro de Clubes, em Campinas, no dia 23.
- O presidente do Flamengo disse que discussões sobre o tema devem ocorrer na CBF e reforçou o fair play financeiro e esportivo.
- Aproveitou para provocar o Palmeiras, citando que o Allianz Parque recebe shows além de jogos e defendendo o gramado natural.
- Afirmou que o uso de grama sintética desvaloriza a competição e que, se fosse para decidir, o assunto deveria partir da CBF, não do Flamengo.
O presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, o Bap, voltou a atacar o uso de gramados sintéticos em clubes da elite brasileira. A declaração ocorreu durante o Fórum Nacional de Formação Esportiva, promovido pelo Comitê Brasileiro de Clubes (CBC), em Campinas, nesta quinta-feira, 23.
Bap afirmou que não admite a ideia de manter campos de plástico e defendeu o uso de gramados naturais. Ele disse que, nas ligas que servir de referência, as partidas são disputadas em gramados naturais e que mudanças nesse formato devem ocorrer dentro da CBF.
O dirigente aproveitou o momento para provocar o Palmeiras, ao apontar que o Allianz Parque recebe shows além de jogos. Segundo ele, o piso sintético deveria ser utilizado apenas quando não houver possibilidade de manter o gramado natural, para reduzir custos de manutenção.
Participantes, local e desdobramentos
Bap citou a agenda do fórum em Campinas para tratar do tema com representantes de clubes. Além do Flamengo, clubes de várias regiões acompanham discussões sobre formatos de ligas, fair play financeiro e governança. A CBF foi mencionada como o espaço adequado para decisões.
O presidente rubro-negro reiterou que o Flamengo apoia o fair play financeiro e o fair play esportivo, conceitos que envolvem responsabilidade econômica e competitiva. Ele destacò que a visão de ligas de primeira linha depende de gramados adequados e financiamento estável.
No decorrer das falas, o tom de confronto com o Palmeiras se manteve apenas como referência ao debate de uso de gramados. Bap afirmou que o futebol brasileiro precisa manter padrões internacionais para evitar efeitos de desvalorização da competição.
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