- Flamengo venceu o Vitória por 2 a 1, no Maracanã, na ida da quinta fase da Copa do Brasil, em jogo com lances polêmicos.
- Três lances de expulsão não foram marcados: envolvendo Luiz Araújo aos dois minutos, Arrascaeta aos 29 minutos do segundo tempo e Saúl aos 39 minutos.
- Ex-árbitros avaliaram que ao menos duas expulsões de jogadores do Flamengo deveriam ter sido aplicadas.
- Luiz Araújo foi citado como conduta violenta no primeiro lance, com uso do cotovelo contra o adversário.
- Arrascaeta e Saúl receberam críticas dos analistas pela possibilidade de cartões vermelhos, conforme as avaliações apresentadas.
O Flamengo venceu o Vitória por 2 a 1, em partida da ida da quinta fase da Copa do Brasil, disputada ontem no Maracanã. O jogo teve gols dos cariocas e controvérsias nos lances de bola parada, com reclamações da equipe baiana sobre supostas expulsões não marcadas por Anderson Daronco. A vitória mantém o Flamengo vivo na competição.
O primeiro lance polêmico ocorreu aos dois minutos, quando Luiz Araújo derrubou o lateral Ramon com o braço durante a disputa de bola. Ao longo da partida, Arrascaeta, aos 29 minutos do segundo tempo, participou de uma entrada que atingiu Ramon. O terceiro episódio, aos 39, envolveu uma cotovelada de Saúl em Caíque, com Daronco marcando falta a favor do Flamengo, não expulsando o jogador espanhol.
Lances polêmicos
Ex-árbitros ouvidos pela imprensa afirmaram que Daronco deveria ter expulsado ao menos dois atletas do Flamengo. Eles destacam que o confronto teve ações com impacto direto no rosto de adversários e que o uso do cotovelo, em diferentes momentos, configuraria conduta violenta ou jogo brusco grave.
Avaliando os lances individualmente, Luiz Araújo é apontado como responsável por uma ação que atingiu o rosto de Ramon com o braço, caracterizando contato violento. Arrascaeta também é alvo de avaliação por atingir o adversário por trás, com retorno de chute e contato de alto risco. Saúl, por fim, é citado por movimentos de braços que atingiram Caíque na cabeça, aumentando a percepção de risco.
Análise de árbitros
Os especialistas destacam que, em lances de proximidade com o rosto, a intensidade e a direção do movimento influem na avaliação de expulsão. Em diferentes leituras, Arrascaeta poderia ter sido expulso por risco de lesão, enquanto Saúl fosse visto como agressão com potencial de dano. A controvérsia reforça a importância da aplicação uniforme de critérios entre árbitros e VAR em jogos desse nível.
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