- O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, negou que o país queira trocar o Irã pela Itália na Copa do Mundo, dizendo que os iranianos podem vir.
- No dia 22/4, um assessor de Donald Trump sugeriu substituir o Irã pela Itália, ideia que não foi confirmada pela FIFA.
- Rubio destacou que o problema não seriam os atletas iranianos, mas pessoas com vínculos ao Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica; a entrada dos atletas poderia ocorrer.
- A BBC informou que fontes da FIFA negaram a substituição; a Itália reagiu, com o ministro Andrea Abodi afirmando que não é possível nem apropriado.
- Após o início do conflito, o Irã pediu à FIFA para mudar jogos marcados para os EUA para o México, mas a FIFA negou; o Irã disputará o grupo G com Nova Zelândia, Bélgica e Egito, com os jogos nos Estados Unidos.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, negou que o país deseje trocar o Irã pela Itália na Copa do Mundo deste ano. Segundo ele, não há indícios de impedir a participação iraniana, caso haja interesse. A afirmação foi feita nesta quinta-feira (23/4).
Na véspera, um assessor de Donald Trump informou ao Financial Times que sugeriu ao presidente norte‑americano e ao presidente da FIFA, Gianni Infantino, substituir o Irã pela Itália, que não se classificou para o mundial. A notícia gerou reação internacional.
Rubio disse que o principal entrave não seria a equipe iraniana, mas possíveis acompanhantes ligados ao Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica. Segundo o senador, pode haver restrições para alguns acompanhantes, mas os atletas poderão viajar.
A BBC informou que fontes da FIFA negaram a possibilidade de substituir o Irã pela Itália. A Itália confirmou posição contrária à ideia, com o ministro do Esporte, Andrea Abodi, afirmando que a classificação ocorre em campo e não fora dele.
Antes da guerra, o Irã discutiu com a FIFA a transferência dos jogos marcados para os EUA para o México. O presidente da FIFA negou a viabilidade da mudança, destacando que os jogos seguem conforme o sorteio.
O Irã participa do grupo G da Copa, ao lado de Nova Zelândia, Bélgica e Egito. Os três jogos da primeira fase estão programados para ocorrer em estádios dos Estados Unidos.
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