- A FIFA e a Itália desaprovaram a ideia de substituir o Irã pela Itália na Copa do Mundo de 2026.
- A Itália não disputará o torneio pela terceira vez consecutiva; o Irã segue classificado no Grupo G, ao lado de Bélgica, Egito e Nova Zelândia.
- A proposta partiu de Paolo Zampolli, enviado de Donald Trump, mas foi considerada inviável; se houvesse mudança, o substituto deveria ser de a confederação asiática, como os Emirados Árabes Unidos.
- Gianni Infantino, presidente da FIFA, quer a presença do Irã na Copa, contrariando Trump.
- Autoridades italianas discordaram da ideia, com o ministro da Economia, Giancarlo Giorgetti, e a ministra dos esportes, Andrea Abodi, afirmando que a qualificação ocorre em campo.
A FIFA e autoridades italianas desaprovaram a ideia de substituir o Irã pela Itália na Copa do Mundo de 2026. A proposta partiu de Paolo Zampolli, representante associado ao governo dos Estados Unidos, e foi recebida com oposição tanto na FIFA quanto em Roma. A discussão foi divulgada pelo jornal El País, da Espanha.
O Irã já está classificado para o torneio e integra o Grupo G, ao lado de Bélgica, Egito e Nova Zelândia. A Itália, por sua vez, perdeu a vaga para a competição para a Bósnia e Herzegovina em 31 de março, segundo a apuração divulgada pela imprensa internacional.
Contexto técnico e de regras
A hipótese de manter o Irã na Copa quando possível é defendida por entidades reguladoras, com a avaliação de que o país disputaria o torneio normalmente. Caso o Irã não participe, o substituto deveria vir da mesma confederação asiática, o que aponta para Emirados Árabes Unidos como provável substituto, não a Itália.
Reação institucional na Itália
Autoridades italianas rejeitaram a ideia de “virada de mesa”. O ministro da Economia, Giancarlo Giorgetti, afirmou que a possibilidade seria vergonhosa e improdutiva. A ministra dos Esportes, Andrea Abodi, frisou que a qualificação ocorre em campo e que medidas desta natureza não são viáveis.
Panorama internacional
Gianni Infantino, presidente da FIFA, manifesta posição favorável à presença do Irã na Copa, contrária a qualquer substituição. O tema envolve tensões políticas e a relação entre EUA, Irã e entidades regulatórias do futebol. A discussão segue sem indicação de mudança nos planos oficiais para 2026.
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