- A embaixada do Irã na Itália afirmou, em 23 de abril, que tentar excluir o Irã da Copa do Mundo é sinal de “falência moral” dos Estados Unidos.
- O comentário foi feito após Paolo Zampolli, enviado especial de Donald Trump, revelar ter pedido à Fifa a troca da Itália pela seleção iraniana na Copa de 2026.
- A embaixada iraniana afirmou que “o futebol pertence ao povo” e que a Itália alcançou a grandeza em campo, não por ganhos políticos.
- O Irã está no grupo G da Copa, fará todas as suas partidas na fase inicial nos Estados Unidos, e já havia indicado, em março, medo de jogar nos EUA e pedido para mudar as partidas para o México.
- Trump disse que os jogadores iranianos seriam bem-vindos, mas que a participação do Irã não seria apropriada; a Fifa não comentou a declaração de Zampolli.
A embaixada do Irã na Itália criticou a tentativa de excluir o Irã da Copa do Mundo de 2026, dizendo que a ação expõe a falência moral dos Estados Unidos. A declaração foi feita nesta quinta-feira (23), via X, e envolve a relação entre diplomacia e futebol.
Segundo a postagem, Paolo Zampolli, empresário ítalo-americano próximo de Donald Trump, teria pedido à FIFA para retirar o Irã e incluir a Itália no Mundial. A embaixada sustenta que o futebol pertence ao povo, não a decisões políticas.
O Irã faz parte do grupo G, ao lado de Bélgica, Egito e Nova Zelândia, e disputará todas as partidas da primeira fase nos Estados Unidos. Em março, após o assassinato do líder iraniano, o país já havia oferecido resistência a jogar nos EUA.
Trump afirmou que os jogadores iranianos seriam bem-vindos, mas considerou a participação do Irã inadequada. A FIFA não se pronunciou sobre o pedido apresentado por Zampolli, que também já atuou em 2022 em situação semelhante envolvendo a Itália.
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