- Torcida do São Paulo vaiou Roger Machado e o diretor executivo Rui Costa durante a vitória de 1 a 0 sobre o Juventude, com vaias antes, durante e após o jogo.
- A cúpula do clube ficou irritada com o tom das críticas e alguns diretores fizeram comentários irônicos sobre o episódio.
- O entendimento é de que é necessário um trabalho de blindagem à dupla nas próximas semanas.
- O presidente do clube, Harry Massis Júnior, se reuniu com Rui Costa após conversas com líderes da organizada; grupo pediu apenas a demissão do executivo.
- Defensores da permanência argumentam que ficar sem treinador e sem diretor de futebol em período pré-Copa seria uma “manobra suicida”; há pressão de grupos do Conselho Deliberativo por cargo no departamento de futebol, posição que a presidência tem rejeitado.
A diretoria do São Paulo ficou irritada com a reação da torcida na vitória por 1 a 0 sobre o Juventude. A avaliação é de que houve excesso de críticas a Roger Machado.
A arquibancada, segundo o clube, perdeu a medida com vaias ao técnico e ao diretor executivo Rui Costa, que se repetiram antes, durante e após o jogo no Morumbi.
Diretores ironizaram parte da torcida, em tom de provocação, ao comentar o episódio e as críticas que se estenderam ao longo da partida.
O entendimento interno é de que o descontentamento extrapolou o aceitável, exigindo um trabalho de blindagem à dupla nas próximas semanas.
O presidente Massis Júnior reuniu-se com Rui Costa após contato com líderes da organizada, que pediu apenas a demissão do executivo.
Massis manteve a confiança no gestor do futebol, que assumiu o cargo em novembro, após a saída de nomes anteriores da diretoria.
Defensores da permanência argumentam que afastar treinador e diretor no atual calendário seria uma manobra arriscada para o elenco.
A torcida organizada também pressiona por uma vaga estatutária no departamento de futebol, movimento que encontra resistência na presidência do clube.
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