- Vitória vai à CBF formalizar representação contra a arbitragem da derrota por 2 a 1 para o Flamengo, no Maracanã, pelo jogo de ida da quinta fase da Copa do Brasil.
- A reclamação principal envolve dois lances de possível agressão não punidos com cartão vermelho: cotovelada de Luiz Araújo em Ramon no primeiro tempo e outra de Saúl Ñíguez em Caíque no segundo tempo.
- O presidente Fábio Motta afirmou que a representação será apresentada à CBF, segundo apuração do Lance!.
- O jogo teve gols de Evertton Araújo (Flamengo), Erick (Vitória) e Pedro (Flamengo), definindo a vitória rubro-negra fora de casa.
- O duelo de volta está marcado para 15 de maio, em Salvador, e o Vitória precisa vencer por dois gols de diferença para avançar ou levar a decisão aos pênaltis; a diretoria entende que houve prejuízo técnico e Pressiona a arbitragem para o segundo confronto.
O Vitória anunciou uma representação formal à CBF contra a arbitragem da derrota por 2 a 1 para o Flamengo, no Maracanã, pela ida da quinta fase da Copa do Brasil. A decisão foi confirmada pelo presidente Fábio Motta, em apuração do Lance!.
A principal reclamação envolve dois lances considerados agressivos não punidos com cartão vermelho. No primeiro tempo, Luiz Araújo teria acertado o rosto de Caíque com o cotovelo, sem marcação de falta. No segundo tempo, Saúl Ñíguez atingiu Caíque em disputa de bola, também sem expulsão.
“O lance da cotovelada no Caíque é claro, todo mundo viu”, afirmou Motta, ao confirmar a formalização da representação à CBF. O Vitória sustenta que houve prejuízo técnico com as decisões da arbitragem.
Representação formal na CBF
Apesar das reclamações, o jogo teve gols de fora da área e terminou com a vitória rubro-negra. Evertton Araújo abriu o placar, Erick empatou ainda no primeiro tempo, e Pedro definiu o placar na etapa final.
Com o resultado, o Flamengo pode jogar pelo empate no jogo de volta, marcado para 15 de maio, em Salvador. O Vitória precisa vencer por dois gols de diferença para avançar diretamente ou levar a decisão aos pênaltis.
A diretoria baiana, segundo a direção, busca pressionar a arbitragem para o próximo encontro. O episódio aumenta a tensão para a partida no Barradão, que passa a ser contingente não apenas pela competição, mas pelos critérios disciplinares utilizados no primeiro duelo.
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