- Operário-PR 0 x Fluminense ficou no zero no Estádio Germano Krüger, em Ponta Grossa (PR), pela ida da quinta fase da Copa do Brasil, em 23 de abril, com volta no Maracanã no dia 12 de maio.
- O campo apresentou quique irregular, especialmente na faixa central, prejudicando controle de bola, troca de passes e construção das jogadas de ambos os lados.
- O Fluminense jogou sem Lucho Acosta, Savarino e Ganso; Martinelli se lesionou nos minutos iniciais e Otávio entrou no seu lugar, mantendo a ausência de um meia criador.
- Canobbio e Serna tiveram atuação limitada, e o Tricolor passou a depender mais de jogadas pelas laterais, sem conseguir impor ritmo ou criar chances claras.
- Além do empate, o texto destaca que o time precisa de alternativas criativas para evitar dependência do aspecto físico, já que o gramado e a ausência de um camisa 10 pesaram na performance.
O Flu enfrentou o Operário-PR em Ponta Grossa pela ida da 5ª fase da Copa do Brasil. O jogo terminou sem gols, 0 a 0, no Estádio Germano Krüger. O resultado leva a decisão para o Maracanã, em 12 de maio, em duelo de volta.
O gramado irregular favoreceu a marcação e atrapalhou a troca de passes. A bola quicava forte na faixa central, dificultando a construção de jogadas como pediu o técnico. A partida foi truncada, com muitas faltas e erros técnicos.
O Fluminense entrou em campo com desfalques importantes. Lucho Acosta segue lesionado, Savarino foi preservado por controle de carga e Ganso ficou no banco. Zubeldía optou por meio-campo com Martinelli, Hércules e Alisson, sem um meia criativo.
A lesão precoce de Martinelli complicou o planejamento inicial. Otávio entrou na vaga, o time reorganizou o setor, mas persistiu a ausência de criatividade. Houve volume territorial em alguns momentos, porém sem ameaçar de maneira efetiva.
Sem camisa 10 para pensar o jogo, o Flu passou a depender de ligações diretas e jogadas pelas laterais. Canobbio e Serna, como pontas, não conseguiram desequilibrar, apesar da intensidade e de atacar o espaço. O duelo exigia refinement técnico.
O empate fora de casa não é ruim em mata-mata, principalmente por abrir caminho para o duelo de volta no Maracanã. Contudo, a atuação acentuou o alerta: a equipe ficou previsível sem criadores, dependendo mais do vigor físico.
Próximos passos para o Fluminense
O Flu volta a campo neste domingo, 26, contra a Chapecoense, pelo Brasileirão, às 20h30, no Maracanã. Em seguida, a equipe encara o Bolívar pela Libertadores, em viagem à Bolívia.
Entre na conversa da comunidade