- Pep Guardiola é visto como possível próximo técnico da Itália, com expectativa de ele repetir movimento de Ancelotti, segundo a La Gazzetta dello Sport.
- Amigos próximos do catalão costumam dizer que ele não tem pressa e que a federação precisaria de patrocínios externos para custear o salário, caso seja contatado.
- Guardiola quer sentir-se desejado e apoiado por todo o sistema, como acontece no Manchester City.
- A Federação Italiana de Futebol (FIGC) realiza eleição com dois candidatos: Giovanni Malagò e Giancarlo Abete.
- Embora tenha contrato com o Manchester City até junho de 2027, há dúvida sobre a permanência dele no time inglês para além de uma temporada.
A possibilidade de Pep Guardiola assumir a seleção italiana ganha força entre rumores e análises de bastidores. Segundo o jornal La Gazzetta dello Sport, amigos próximos do técnico veem o catalão repetindo o movimento de Carlo Ancelotti para treinar a Itália, mas ele não está com pressa.
Ainda de acordo com fontes ligadas ao período dele no Brescia, a Federação Italiana precisaria de patrocínios externos para cobrir parte dos salários do treinador. O objetivo seria preservar a autonomia da escolha e evitar decisões motivadas apenas por remuneração.
Guardiola mantém vínculos fortes com o futebol italiano por passagens em Roma e Brescia, onde conviveu com nomes como Luca Toni e Roberto Baggio. O treinador também busca uma experiência diferente na carreira após deixar o Manchester City.
Cenário na FIGC
O técnico aguarda uma proposta formal da Federação Italiana de Futebol (FIGC) caso seja contatado após a eleição presidencial. A ideia é avaliar ofertas com independência financeira, sem que o aspecto econômico dite o acordo. A preferência é por um projeto amplo de suporte institucional.
A eleição na FIGC tem dois candidatos em disputa: Giovanni Malagò, apoiado pelos clubes da Série A, e Giancarlo Abete, com respaldo dos times das divisões inferiores. A votação está prevista para ocorrer nos próximos meses.
Mesmo com contrato vigente com o Manchester City até junho de 2027, a permanência de Guardiola no Etihad está até aqui incerta. Caso opte por deixar o clube, seria a primeira vez em que não completa um vínculo até o fim.
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