- Martinelli sofreu edema grau três no reto femoral anterior da coxa esquerda; retorno previsto entre seis a oito semanas, podendo ocorrer apenas após a Copa do Mundo de 2026.
- A lesão aconteceu no jogo contra o Operário, pela ida da quinta fase da Copa do Brasil, e o jogador foi substituído aos dez minutos do primeiro tempo por Otávio.
- Exames de ressonância magnética realizados no sábado confirmaram o edema grau três.
- Sem o volante, o técnico Diego Zubeldía pode manter Otávio como titular, com Bernal e Hércules formando a dupla de volantes; Nonato está de volta e Alisson à disposição.
- O Fluminense precisa reconfigurar o meio-campo, com Savarino na função de meia e Ganso como opção, enquanto Lucho Acosta permanece fora.
O Fluminense terá um desfalque significativo nas próximas semanas devido à lesão de Martinelli. O volante sofreu um edema de grau 3 no reto femoral anterior da coxa esquerda, com retorno estimado entre seis e oito semanas. A previsão é de que ele só volte aos treinamentos após a Copa do Mundo de 2026.
A lesão aconteceu no início do jogo contra o Operário, fora de casa, pela ida da quinta fase da Copa do Brasil. Martinelli foi substituído aos 10 minutos do primeiro tempo e deu lugar a Otávio. Exames de ressonância magnética realizados no sábado confirmaram o edema grau 3.
No confronto contra o Operário, o técnico Zubeldía optou por Otávio para suprir a ausência inicial de Martinelli. Já na vitória sobre a Chapecoense, o treinador escalou Bernal e Hércules como dupla de volantes. A tendência é manter essa dupla titular durante o período de ausência do camisa 8, com Alisson à disposição e Nonato em retorno iminente.
Elenco e impacto tático
Sem Martinelli, o Fluminense precisa reinventar o meio-campo. O técnico também enfrenta a ausência de Lucho Acosta devido a lesão. Na vitória contra a Chapecoense, Savarino apareceu como alternativa para armar o time, simulando o papel do argentino. Ganso também surge como opção para a criação de jogadas.
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