- Fluminense enfrenta o Bolívar na quinta-feira, 30 de abril, em La Paz, Bolívia, pela terceira rodada da fase de grupos da Libertadores, às 19h (horário de Brasília).
- Jogo ocorre a mais de 3.500 metros de altitude, o que pode influenciar o desempenho Tricolor.
- O Fluminense está em terceiro no Grupo C, com um ponto; Independiente Rivadavia lidera com seis pontos, seguido por La Guaira com dois e Bolívar com um.
- O treinador Luis Zubeldía disse que há “segredo” para lidar com o ar rarefeito: adaptar-se ao contexto, controlar a bola, não acelerar demais e buscar chutes de meia distância.
- Zubeldía destacou a importância da experiência dos jogadores em altitudes semelhantes, mencionando memória fisiológica como vantagem para quem já enfrentou esse ambiente.
O Fluminense enfrenta o Bolívar na Libertadores, nesta quinta-feira, 30, às 19h, em La Paz, na Bolívia. O jogo é válido pela terceira rodada da fase de grupos e ocorre em altitude, a mais de 3.500 metros.
O Tricolor ocupa a terceira posição do Grupo C, com 1 ponto. Independiente Rivadavia lidera com 6. La Guaira-VEN soma 2 pontos e o Bolívar aparece com 1 ponto na lanterna.
O técnico Luis Zubeldía explicou que a altitude impõe dificuldades, mas apontou o que considera o segredo para lidar com o ambiente. Há necessidade de ajustar ritmo, manter a posse e finalizar de distância sem overdo. O treinador ressaltou a importância de conviver com a condição.
Experiência e abordagem do treinador
Zubeldía destacou que já trabalhou em situações semelhantes e aposta na memória fisiológica dos atletas, adquirida em passagem por cenários de altitude. Segundo ele, jogadores acostumados a subir a altitude costumam manter desempenho melhor ao enfrentar locais elevados.
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