- Paulo Valentim, carioca que virou lenda do Boca Juniors, tem setenta e um gols em cento onze jogos pelo clube, sendo treze deles em Superclássicos contra o River Plate; nos torneios oficiais ele marcou dez desses gols em sete partidas.
- Valentim saiu do Botafogo e foi para Buenos Aires, acompanhado pela esposa Hilda Maia Valentim, com quem se casou em mil novecentos cinquenta e sete.
- Hilda Furacão, associada à vida de Valentim, ficou conhecida na imprensa mineira pela história descrita em Roberto Drumond e ganhou versões na televisão; ela morreu em Buenos Aires, em mil novecento oitenta e quatro.
- Martin Palermo é o maior goleador do Boca Juniors no histórico geral, com dezoito gols, sendo nove deles em partidas oficiais.
- Valentim é lembrado como o maior artilheiro brasileiro em clássicos pelo Boca, com setenta e um gols em cento onze jogos, mas apenas dez em partidas oficiais de competição.
Paulo Valentim, atacante brasileiro, tornou-se uma figura histórica do Boca Juniors nas décadas de 1960, quando a torcida comemorava seus gols no superclássico contra o River Plate. Sua passagem pela equipe “azul y oro” consolidou-se em meio a grandes clássicos.
Valentim nasceu no Rio de Janeiro e mudou para Buenos Aires após deixar o Botafogo. Casou-se em 1957 com Hilda Maia Valentim, conhecida na Belo Horizonte boêmia, que inspirou a figura de Hilda Furacão, personagem imortalizada pela literatura.
O brasileiro é lembrado como o maior artilheiro brasileiro da história do Boca em jogos oficiais, com 71 gols em 111 partidas, sendo 13 deles em Superclássicos. Em confrontos oficiais, marcou 10 gols em sete jogos contra rivais.
Maior artilheiro em clássicos?
Entre os reforços brasileiros que passaram pelo Boca, Valentim é apontado como o maior artilheiro do clube no confronto contra o River Plate, contando apenas jogos oficiais. Números globais do Boca, porém, são superados por Martín Palermo, que soma 18 gols contando amistosos.
Curiosidades e legado
A vida de Hilda Furacão ganhou notoriedade na imprensa e na televisão, com a minissérie da Globo em 1998, e o livro de Roberto Drumond ajudou a imortalizar a história. Drumond, que faleceu em 2002, destacou que a personagem foi mitificada ao longo do tempo.
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