- A CBF aprovou por unanimidade as contas de 2025, com déficit de R$ 182,5 milhões, atribuído a investimentos para regularizar passivos herdados e reorganizar a estrutura financeira.
- O balanço teve ajustes por encerramento de disputa judicial com Icasa, no valor de R$ 80 milhões, além de provisões cíveis e trabalhistas de R$ 17 milhões, revisão de perdas de crédito de R$ 55 milhões e despesas logísticas de R$ 27 milhões.
- Na mesma assembleia, federações filiadas validaram o orçamento de R$ 2,7 bilhões para 2026, com continuidade de aportes em futebol, tecnologia, marketing e modernização administrativa.
- Houve investimentos de R$ 13 milhões em marketing, R$ 9 milhões em tecnologia e R$ 22 milhões em consultorias institucionais, esportivas, jurídicas e de comunicação; receitas antecipadas com a Nike influenciaram o resultado de 2025.
- O presidente Samir Xaud afirmou que a CBF atingiu recorde de patrocinadores (12 marcas) e que o ajuste financeiro deve ampliar as receitas nos próximos anos.
A Confederação Brasileira de Futebol aprovou por unanimidade as contas de 2025 em Assembleia Geral Ordinária realizada na segunda-feira (27 abr 2026), na sede da entidade. O balanço registra déficit de 182,5 milhões de reais.
Segundo a CBF, o resultado resulta de investimentos para regularizar passivos herdados de gestões anteriores e para reorganizar a estrutura financeira.
Na mesma reunião, as federações filiadas aprovaram o orçamento de 2,7 bilhões de reais para 2026, mantendo aportes em áreas estratégicas como futebol, tecnologia, marketing e modernização administrativa.
Fatores que impactaram 2025
O encerramento de disputa judicial com Icasa, no valor de 80 milhões, foi destacado pela confederação como um dos motivos do déficit. Provisões cíveis e trabalhistas somaram 17 milhões, impactando o resultado.
A revisão de perdas de crédito atingiu 55 milhões e despesas logísticas, com viagens da seleção para eliminatórias e amistosos, totalizaram 27 milhões.
Investimentos e receitas
A CBF informou investimentos de 13 milhões em marketing, 9 milhões em tecnologia e 22 milhões em consultorias institucionais, esportivas, jurídicas e de comunicação. O contrato com a Nike teve receitas antecipadas em 2024, o que influenciou o desempenho contábil de 2025.
O presidente Samir Xaud afirmou que a CBF atingiu um recorde de patrocinadores, com 12 marcas parceiras, e que o ajuste financeiro deve impulsionar o crescimento de receitas nos anos seguintes.
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