- A fifa aprovou, em reunião da International Football Association Board, em Vancouver, medidas para punir discriminação: cobrir a boca durante o confronto pode levar a cartão vermelho.
- A decisão acompanha o histórico da punição de seis jogos a Prestianni pela uefa por palavras homofóbicas contra vini jr. durante a liga dos campeões.
- Outra regra determina que árbitro pode aplicar cartão vermelho a quem abandonar o campo em protesto contra decisão arbitral; vale também para membros da comissão técnica que incentivem o abandono.
- O caso da final da copa africana das nações, em que senegal deixou o campo após uma penalidade, foi citado e demonstrações de abandono podem implicar perda por w o.
- As novas regras serão comunicadas a 48 seleções que disputarão a copa do mundo no canadá, estados unidos e méxico, visando uma competição mais organizada.
A FIFA aprovou a chamada Lei Vini Jr para a Copa do Mundo e proibiu que jogadores cubram a boca durante confrontos com oponentes. A medida exige cartão vermelho para quem repetir o ato discriminatório.
A decisão ocorreu após a punição de Prestianni, suspenso por seis jogos pela UEFA por proferir palavras homofóbicas contra Vini Jr. O jogador do Benfica cobriu a boca para esconder as ofensas.
Em Vancouver, a IFAB aprovou, por unanimidade, duas propostas da FIFA para agir contra discriminação e protestos. A regra prevê cartão vermelho para quem cobrir a boca em confronto.
Outra medida prevê cartão vermelho a árbitros ou equipes que incentivem jogadores a abandonar o campo em protesto contra decisões. A norma se aplica a membros da comissão técnica.
O caso da final da Copa Africana das Nações, quando Senegal deixou o gramado diante de Marrocos, foi citado para ilustrar possíveis punições para abandonos de jogo.
As novas recomendações serão comunicadas às 48 seleções classificadas para a Copa do Mundo, que ocorrerá no Canadá, EUA e México nos próximos meses.
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