- O Fluminense venceu a Chapecoense por 2 a 1 no último domingo, mantendo-se entre os líderes do Brasileirão.
- O time finalizou 30 vezes, sendo 12 na direção do gol, mas teve dificuldade de converter em gols; o goleiro Anderson realizou 10 defesas, duas em chances claras.
- Na Libertadores diante da Independiente Rivadavia, foram 21 finalizações, com apenas duas defesas do goleiro e nenhuma chance clara; o Fluminense soma quase 40 finalizações na competição, com apenas um gol.
- Mesmo com os problemas, o ataque do Fluminense é um dos três melhores do Brasileirão, com 23 gols, atrás apenas de Flamengo e Botafogo (24) e empatado com o Palmeiras.
- John Kennedy e Rodrigo Castillo contribuíram diretamente para os últimos pontos do time nas partidas recentes.
O Fluminense venceu a Chapecoense por 2 a 1 no último domingo, 26, mantendo-se entre os líderes do Brasileirão. O time saiu em vantagem, viu o adversário empatar e quase perdeu dois pontos em casa devido à dificuldade para definir as jogadas.
Ao todo foram 30 finalizações, com 12 no alvo, mas o goleiro Anderson realizou 10 defesas. Duas delas impediram chances claras. A cena evidencia a dificuldade do Tricolor em transformar o volume ofensivo em gols.
Na Libertadores, a exigência foi maior. Contra o Independiente Rivadavia, foram 21 finalizações, mas apenas duas defesas do goleiro e nenhuma conclusão em chances claras. Em outra edição da competição, o Fluminense soma quase 40 finalizações e apenas um gol.
Desempenho ofensivo e equilíbrio tático
Mesmo com os altos números de ataque, o Flu apresenta um problema de eficiência. O elenco lidera com um ataque entre os três melhores do Brasileirão, com 23 gols, atrás apenas de Flamengo e Botafogo, ambos com 24, e em igualdade com o Palmeiras, líder.
John Kennedy e Rodrigo Castillo foram peças decisivas nos últimos jogos, contribuindo diretamente para os pontos conquistados. A comissão técnica, liderada por Zubeldía, busca ajustes para converter mais finalizações em gols.
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