- Mourinho é o nome preferido do presidente do Real Madrid, Florentino Pérez, para a próxima temporada, mas não há unanimidade na diretoria.
- O clube espanhol pode buscar um treinador mais experiente para 2026/2027, devido à ausência de títulos relevantes na última temporada.
- A resistência de parte da diretoria ao técnico português foi relatada pelo The Athletic, citando divergências sobre seu estilo e postura.
- Entre as questões citadas estão posicionamentos envolvendo Vinícius Júnior durante a Liga dos Campeões e a defesa de alguns jogadores.
- Mourinho comandou o Real Madrid de 2010 a 2013, conquistando o Campeonato espanhol e a Copa do Rei, mas falhou em manter o sucesso na Liga dos Campeões. Atualmente está no Benfica, com cláusula de saída após dez dias sem custo no fim da temporada.
José Mourinho aparece como o nome preferido de Florentino Pérez para o Real Madrid, mas não é unanimidade na diretoria. O clube mira manter um técnico experiente para a temporada 2026/2027, já que a atual não deve trazer títulos relevantes.
Mesmo com o apoio do presidente, a escolha enfrenta resistência entre diretorias internas. A discourse sobre o retorno do treinador português gerou debate interno sobre estilo, fases de renovação e compatibilidade com o elenco atual.
Mourinho já comandou o Real Madrid entre 2010 e 2013, vencendo a Liga espanhola de 2011/12 e a Copa do Rei de 2010/11. A passagem ficou marcada pela rivalidade com o Barcelona de Guardiola e Messi.
Durante sua trajetória, o técnico passou por Chelsea, Manchester United, Tottenham, Roma e Fenerbahçe. Em 2025/2026, retornou ao Benfica, contratado com cláusula de saída em até dez dias ao fim da temporada, sem custo.
Situação atual
A diretoria do Real Madrid tem apontado o histórico recente da equipe como fator relevante. O time amarga a segunda campanha consecutiva sem título importante, elevando a pressão para a escolha do próximo treinador.
Entre os pontos citados, está a postura de Mourinho em relação a Vinícius Júnior no duelo entre Benfica e Real Madrid pela Liga dos Campeões, em fevereiro. O episódio gerou críticas por possíveis excessos verbais.
Outro aspecto discutido envolve a defesa que o técnico fez de Prestianni, jogador suspenso pela UEFA por seis jogos. A controvérsia contribui para o ceticismo de parte da estrutura dirigente.
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