- Palmeiras enfrentou o Cerro Porteño em um gramado do estadio Nueva Olla mais curto, com largura de 64 metros, o mínimo exigido em jogos internacionais (em vez dos 68 habituais).
- O Cerro Porteño apresentou o campo mais estreito e, segundo o técnico Ariel Holan, houve marcação e encurtamento do campo, mas ele não atribuiu o tropeço apenas a isso.
- Após o empate em 1 a 1, o treinador Abel Ferreira provocou perguntando “Sabes em que século estamos?” ao ser questionado sobre o tamanho do gramado.
- O Palmeiras teve oportunidades que não foram aproveitadas, conforme a leitura do jogo desenvolvida pelo treinador.
O Palmeiras enfrentou o Cerro Porteño no estádio Nueva Olla com o gramado mais curto do que o habitual. A largura do campo ficou em 64 metros, o mínimo permitido para jogos internacionais, em vez dos 68 metros que normalmente aparecem.
Segundo o técnico Abel Ferreira, o Cerro Porteño encurtou o campo e manteve marcação individual, o que dificultou a proposta do Palmeiras. Mesmo assim, o treinador destacou que as oportunidades surgiram e que o time precisa convertê-las.
O empate em Assunção terminou em 1 a 1. Abel não atribuiu o resultado exclusivamente às condições do campo e disse que continuará a focar no que pode controlar dentro do jogo e da temporada.
A postura do Cerro Porteño foi alvo de questionamentos. Perguntado sobre o assunto, Abel respondeu de forma direta, sem detalhar hipóteses, mantendo o discurso de foco no desempenho e nas próprias ações do Palmeiras.
A derrota ou o tropeço do time não ficou relacionado apenas ao gramado curto. Informe-se sobre as oportunidades desperdiçadas pelo Palmeiras e as leituras táticas da partida para entender o equilíbrio do placar em Assunção.
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