- O Conselho de Administração do São Paulo ganhou dois membros independentes: José Ricardo Biazzo Simon e Ronaldo Vasconcelos, elevando o total de independentes para três, já que antes apenas Alfredo Cotait integrava o órgão.
- A parceria com Massis deve ocorrer de forma mais próxima, com os novos membros atuando como assessores do presidente.
- Massis protocolou pedido de afastamento de Olten Ayres, que preside o Conselho Deliberativo, na noite de quinta-feira, 23.
- O pedido será encaminhado à Comissão de Ética para análise, com a possibilidade de defesa do presidente e posterior votação entre conselheiros.
- O procedimento segue precedentes recentes de expulsões internas, como ocorreu em casos envolvendo Mara Casares e Douglas no âmbito dos camarotes.
O Conselho de Administração do São Paulo ganhou dois novos integrantes independentes: os advogados José Ricardo Biazzo Simon e Ronaldo Vasconcelos. A escolha foi informada pela reportagem, que apurou a necessidade de completar o grupo com três independentes, já que apenas Alfredo Cotait integrava o colegiado até então. A ausência de dois nomes na lista já havia sido mencionada em outros atos da gestão.
Sadi aponta que há inconsistências na formação do Conselho de Administração, citando a exigência estatutária de, ao menos, três membros independentes. A posição do conselheiro envolve o entendimento de que a composição não estaria plenamente em conformidade. A atuação dos novos conselheiros deve ocorrer de forma mais próxima ao presidente Massis, funcionando como assessores do comando do clube.
Massis pediu o afastamento de Olten Ayres, presidente do Conselho Deliberativo. O protocolo foi registrado na última quinta-feira, dia 23, e o documento já está com Ayres para recebimento. A etapa seguinte envolve encaminhamento à Comissão de Ética para análise da representação apresentada.
Dependendo da leitura dos fatos, o presidente do Conselho Deliberativo poderá apresentar defesa, antes de o tema ser levado a votação entre os conselheiros. Casos recentes envolvendo Mara Casares e Douglas, no episódio dos camarotes, costumam servir como referência para o rito de deliberação interna.
A direção do São Paulo não informou novos detalhes sobre prazos ou etapas seguintes do processo, mantendo o foco em temas de governança e ajustes na composição do Conselho. A evolução do caso será acompanhada pela imprensa especializada e pelo próprio clube, sem previsões de desfecho no momento.
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