- A Fifa está próxima de garantir isenção fiscal federal para as 48 seleções disputando a Copa do Mundo, sob a seção 501(c)(3) do código tributário dos EUA.
- Mesmo com a isenção federal, muitos atletas e federações devem pagar impostos estaduais e municipais sobre os ganhos da Copa.
- A conclusão depende do cumprimento de procedimentos; a aprovação não é garantida, mas há indicação de que deve ocorrer.
- Canadá e México já concederam isenção fiscal para as federações que atuam em seus respectivos territórios.
- Em paralelo, a Fifa aprovou alta de 15% nas premiações, elevando o total a 871 milhões de dólares, com cada país assegurado em 12,5 milhões de dólares.
Fifa está perto de obter isenção fiscal para as 48 seleções que disputam a Copa do Mundo, após intensa negociação com o Tesouro dos EUA. A expectativa é de isenção de impostos federais, embora muitos estejam sujeitos a impostos estaduais e municipais sobre lucros da competição.
Ao longo de meses de lobby, a FIFA e um grupo ligado ao governo americano, incluindo a força-tarefa da Casa Branca, avançaram em direção a uma aprovação sob a seção 501(c)(3) do código tributário dos EUA. A decisão depende de cada associação seguir os procedimentos adequados.
A FIFA já é considerada entidade isenta desde 1994, mas asfederações nacionais não tinham a mesma proteção até agora. Canadá e México já concederam isenções a seleções que atuam em seus territórios. As isenções federais podem reduzir custos para as confederações.
A medida não assegura vitória automática; porém, há otimismo de que serão aprovadas quando os requisitos forem cumpridos. As regras da 501(c)(3 proíbem benefício a acionistas privados e atividades políticas, obrigações que federativas costumam cumprir.
Segundo apuração, a aprovação federal pode aliviar receios sobre custos da participação, principalmente em relação a impostos, viagens e hospedagem. Muitos países temiam prejuízos mesmo chegando às fases finais.
Além do debate fiscal, a FIFA anunciou, em reunião em Vancouver, um incremento de 15% no prêmio total da Copa. O montante passou a 871 milhões de dólares, com cada uma das 48 seleções garantindo 12,5 milhões.
A organização não comentou as negociações tributárias, apenas informou que o tema segue em andamento e que as informações podem sofrer alterações. Fontes ligadas ao processo mantêm o status de negociação aberto.
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