- O torcedor argentino Nahuel Jeremias Maldonado, 29 anos, foi preso suspeito de racismo durante o jogo entre Cruzeiro e Boca Juniors, pela Libertadores, no Mineirão, em Belo Horizonte, na noite de terça-feira.
- Segundo o Boletim de Ocorrência, a prisão ocorreu após um segurança particular afirmar ter visto provocações do torcedor do Boca Juniors, que teriam incluído imitação de macaco.
- Maldonado foi encaminhado à delegacia acompanhado de amigos, representantes do consulado e de um advogado brasileiro que atua na defesa.
- A defesa afirma que ele negou as acusações de racismo e disse, ao advogado, ter feito apenas um gesto relacionado à suposta falta de “sangue quente” do time adversário.
- A Polícia Civil ainda não confirmou se a prisão em flagrante foi mantida; a apuração segue em andamento.
Um torcedor argentino foi preso suspeito de racismo durante a partida entre Cruzeiro e Boca Juniors pela Libertadores, no Mineirão, em Belo Horizonte, na noite desta terça-feira (28).
Nahuel Jeremias Maldonado, 29 anos, foi detido após ser acusado de gestos racistas contra torcedores cruzeirenses. Segundo o Boletim de Ocorrência, um segurança particular acionou a polícia ao perceber provocações vindas do torcedor do Boca Juniors. O relato aponta que o argentino teria imitado um macaco.
O segurança pediu que um profissional da imprensa registrasse a cena, segundo os relatos. Após a prisão, Maldonado foi levado para uma delegacia, acompanhado de amigos, representantes do consulado e de um advogado brasileiro que passou a atuar na defesa.
Mesmo morando em Belo Horizonte, Maldonado é estrangeiro. A defesa nega o estupro de racismo, afirmando que o brasileiro não cometeu o ato, e que houve apenas um gesto ligado a uma referência ao time adversário.
Defesa e status do caso
A defesa sustenta que Maldonado negou ter feito gestos racistas. O advogado informou que, ao passar a mão pelo braço, o argentino teria feito um sinal não relacionado a discriminação, segundo os argumentos apresentados.
A Polícia Civil foi procurada para confirmar se a prisão em flagrante foi mantida; até o momento, não há confirmação oficial sobre o protocolo. O desfecho do caso permanece sob apuração.
Entre na conversa da comunidade