- Documentário “Zico, Samurai de Quintino” chega aos cinemas na quinta-feira, 30, assinado por João Wainer e que narra a trajetória de um dos maiores jogadores do Flamengo.
- O título faz referência ao vínculo de Zico com a cultura japonesa, onde atuou, treinou a seleção e virou ídolo com uma estátua em público, morando entre Rio de Janeiro e Japão.
- O filme destaca a habilidade de cobrança de faltas e a visão de jogo do jogador, considerado exemplar do futebol-arte brasileiro.
- A produção também revê momentos difíceis, como lesões que o afastaram dos gramados, a ausência em Copas importantes e a derrota de 1986 na luta pelo título mundial após pênalti perdido.
- A carreira de Zico é relembrada desde as bases no Flamengo, passagem pela Udinese, retorno ao clube, passagem pelo Kashima Antlers e atuação como técnico em vários países, além da vida pessoal estável.
O documentário Zico, Samurai de Quintino chega aos cinemas nesta quinta-feira, 30, e narra a trajetória de um dos maiores craques do Flamengo, reverenciado no Brasil e no Japão. A obra é assinada por João Wainer.
O filme aborda a origem de Zico, nascido no subúrbio do Rio e filho de imigrantes portugueses, até se tornar ídolo da torcida rubro-negra e referência do futebol-arte brasileiro. O título remete à ligação com a cultura japonesa.
Ao longo da produção, o público acompanha as joias técnicas do craque, especialmente as cobranças de falta próximas da área, que pareciam pênaltis com efeito. O documentário também recorre a passagens difíceis, como lesões e episódios na seleção.
A narrativa destaca o auge de 1982, com Sócrates, Falcão e outros craques, e a eliminação histórica diante da Itália. O filme também relembra a grave contusão causada por Márcio, do Bangu, que atrasou sua carreira.
Zico ainda enfrentou problemas históricos, como a suposta objeção da ditadura para convocação à seleção juvenil. O relato aponta as dificuldades como obstáculos a vencer, sem romantizar os fatos.
Entre os capítulos da biografia, o documentário revela a passagem do Flamengo para Udinese, a volta ao clube e a atuação internacional no Kashima Antlers, além de sua vida após a carreira de jogador.
Outras obras sobre Zico e futebol
Zico já foi tema de outros registros, como o longa Zico (2002), de Elizeu Ewald, que usa encenações para reconstruir a trajetória quando faltam imagens. O conteúdo também ganhou espaço em ficções para crianças.
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