- Flamengo ficou no empate fora de casa com o Estudiantes, em La Plata, mantendo o ponto importante, mesmo em atuação abaixo do usual.
- Palmeiras também empatou, em Assunção, e segue com dois pontos em duas viagens, deixando espaço para ajustes no grupo.
- Arrascaeta sofreu fratura na clavícula e será desfalque importante para o Flamengo até a Copa do Mundo.
- A Libertadores segue com jogos difíceis, incluindo questões de arbitragem e desgaste físico dos atletas.
- O tema racismo persiste no futebol sul-americano, com cobranças por ações mais firmes de clubes, federações e da Conmebol.
Na Libertadores de 2026, Flamengo e Palmeiras saíram de seus jogos fora de casa com empates. O Flamengo ficou no 1 a 1 com o Estudiantes, em La Plata, enquanto o Palmeiras empatou com o Cerro Porteño em Assunção. Os dois chegam com a sensação de que poderiam ter feito mais, mesmo mantendo pontos importantes fora de casa.
O Flamengo enfrentou uma atuação abaixo do esperado, apesar de manter o equilíbrio contra um adversário também tetracampeão. A partida teve controvérsias de arbitragem, com situações que não tiveram cartões vermelhos apresentados, contribuindo para um jogo de muitos ajustes táticos.
Já o Palmeiras abriu o placar, criou chances e quase garantiu a vitória, mas cedeu o empate em uma sequência de lances envolvendo a bola que bateu no zagueiro, na trave e no goleiro Carlos Miguel. O goleiro palmeirense teve atuação decisiva ao evitar a virada.
Desempenho e desdobramentos
Arrascaeta sofreu fratura na clavícula em jogo anterior e será submetido a cirurgia após confirmar diagnóstico. A ausência do uruguaio impacta o Flamengo na Libertadores e no planejamento para a Copa do Mundo de 2026.
O time rubro-negro tem alternativas técnicas para recompor o meio-campo e o ataque, mantendo o padrão de jogo. O Palmeiras, por sua vez, busca manter consistência fora de casa, mesmo com desfalques e diferenças de ritmo entre os elencos.
Racismo e experiências em campo
O texto também aborda episódios de racismo em partidas da Libertadores, com referências a ações de clubes e à atuação de torcidas. O Corinthians foi citado por reconhecer problemas em seus jogos e adotar medidas para coibir agressões, fortalecendo campanhas de combate ao racismo.
A discussão aponta para a necessidade de ações mais efetivas da Conmebol, das federações e das autoridades para punir agressões e evitar repetições. A cobertura ressalta que atos discriminatórios devem ser tratados com rigor institucional.
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