- Leila Pereira, presidente do Palmeiras, se opôs ao acordo na Libra que garantiu mais R$ 150 milhões ao Flamengo.
- Ação visa distribuir verba de direitos de televisão entre os clubes integrantes do bloco, com contrato vigente de cinco anos até 2029.
- O acordo prevê acréscimo de R$ 30 milhões por ano para o Flamengo, atendendo a demanda do presidente rubro‑negro, Bap.
- Leila pode assinar o acordo para não prejudicar as equipes da Libra, mesmo sem concordar plenamente com a divisão da verba.
- A Libra negocia a venda dos direitos de transmissão para a Globo por R$ 1,17 bilhão por temporada e envolve dez clubes da Série A.
Leila Pereira, presidente do Palmeiras, se opõe ao acordo da Libra que aumentou em 150 milhões de reais o repasse ao Flamengo. O desfecho foi apresentado como negociação interna do bloco de clubes que negocia direitos de televisão. A assinatura deve ocorrer para evitar prejuízos aos filiados.
O acordo amplia em 30 milhões de reais por ano o montante do Flamengo, conforme apuração do Estadão. A decisão envolve a distribuição de recursos do contrato com a Globo, vigente até 2029, que tem influência direta sobre todos os clubes da Libra.
Liderada por Rodolfo Landim, um dos fundadores da Libra, a negociação ocorreu após disputas sobre critérios de divisão de audiência e posição na tabela. Leila Pereira já sinalizou possível saída do Palmeiras, mas a assinatura parece provável para manter a harmonia entre os membros.
Bap, presidente do Flamengo, defendeu a ideia de uma liga única com “comunhão parcial de bens”, destacando a necessidade de cooperação entre os clubes. A oposição de Leila não impede a continuidade do acordo, segundo fontes próximas ao processo.
A Libra reúne dez equipes da Série A: Atlético-MG, Bahia, Grêmio, Flamengo, Palmeiras, São Paulo, Santos, Red Bull Bragantino, Remo e Vitória. O modelo vigente favorece a distribuição por audiência, posição na tabela e igualdade parcial.
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