- Atletas brasileiros seguem com contusão no bíceps femoral, o que pode tirá-los da Copa do Mundo ou deixá-los fora da lista final.
- Militão, Estevão, Raphinha e Wesley aparecem como casos-chave, com dúvidas sobre participação no Mundial.
- O músculo bíceps femoral fica na parte de trás da coxa e é acionado em correr, acelerar e chutar; lesão costuma ocorrer nesses momentos.
- A recuperação pode ser conservadora (repouso e fisioterapia) se a gravidade não for alta, com prevenção que pode reduzir até trinta por cento o risco de recidiva.
- Mesmo com recuperação, há preocupação com a recorrência, especialmente para Raphinha e Wesley, e a possibilidade de chegarem ao Mundial em condições ideais permanece incerta.
O bíceps femoral volta a ser destaque no cenário esportivo nacional. Jogadores do Brasil sofreram contusões nesse músculo da coxa próxima à Copa do Mundo, que começa em 11 de junho. O desgaste acontece durante jogos de preparação e pode tirá-los de disputa.
No foco estão Wesley, lateral direito da Roma, que se contundiu na coxa direita no amistoso Brasil x França nos EUA, no fim de março; e outros nomes já cotados para o Mundial. Militão, Estevão e Raphinha também aparecem em relatos de possíveis problemas nessa região.
Lembre-se de que o bíceps femoral fica na parte posterior da coxa, e a lesão costuma ocorrer na hora de acelerar, frear ou chutar. O diagnóstico varia do simples estiramento à ruptura, com necessidade de cirurgia em casos mais graves.
Desdobramentos e impactos
A lesão pode impedir a participação de atletas considerados titulares ou principais opções de ataque e defesa da seleção. Em situações de recuperação, o retorno depende de exames de imagem e da evolução clínica do jogador.
Especialistas destacam que a lesão é comum no futebol e tem alta taxa de recorrência. A prevenção é fundamental, com exercícios específicos como a flexão nórdica para fortalecer o músculo.
Em casos de repouso e fisioterapia, é possível estimar um retorno gradual. Contudo, o histórico de lesões anteriores aumenta o risco de nova recorrência, segundo o médico André Pedrinelli, da USP.
Entre na conversa da comunidade